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	<title>Edição Especial Game Changer &#8211; GALILEU</title>
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		<title>Há um Elefante na Sala &#8211; Game Changer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 10:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição Especial Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
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					<description><![CDATA[Os livros de História irão recordar 2020 como o ano em que esta pandemia trouxe um novo mundo. Um mundo mais tecnológico e digital. Sabíamos, no fundo, que estávamos a crescer nesse sentido, achávamos era que faltava muito tempo, e nem tempo tínhamos para pensar nisso. Falou-se há 20 anos que em 2020 teríamos carros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os livros de História irão recordar 2020 como o ano em que esta pandemia trouxe um novo mundo.<br />
</strong>Um mundo mais tecnológico e digital. Sabíamos, no fundo, que estávamos a crescer nesse sentido, achávamos era que faltava muito tempo, e nem tempo tínhamos para pensar nisso. Falou-se há 20 anos que em 2020 teríamos carros voadores e ainda ninguém tinha visto nada. Por isso, um vírus que nos ia deixar a todos em casa? Não nos passava pela cabeça tamanha barbaridade, mas é a realidade com que nos deparamos.</p>
<p>Uma realidade de <strong>mudanças na nossa forma de viver, trabalhar e aprender</strong>. Teletrabalho, telescola, teleconsulta, distanciamento social, máscaras e medidas de confinamento, tornaram-se parte da rotina, que muitos consideram o início de um “novo normal”. Até as empresas mais tradicionais e resistentes à mudança começaram a reconhecer que o teletrabalho tem vantagens, porque se viram obrigadas a testar o modelo. Começaram por estranhar, mas é algo que se está a entranhar. No desenvolvimento de competências e na formação, a realidade é semelhante. Se em 2019 a formação à distância correspondeu apenas a uma parcela do plano de formação do nosso tecido empresarial, não há dúvidas que a sua representação será bastante diferente a partir de agora.</p>
<p>O ano 2020 está e continuará (provavelmente), a ser um ano estranho, mas também, <strong>um ano de oportunidades para muitos.</strong></p>
<p><strong>Haja criatividade para ultrapassar todas as adversidades que este contexto instalou nas organizações.</strong></p>
<p>E, particularmente para quem se considera um agente ativo no desenvolvimento de competências, vontade de arriscar e testar novos modelos e metodologias, para o envolvimento e formação dos colaboradores. Os muitos colaboradores que estão motivados para aprender. Sim, especialmente agora. Com uma vontade que resulta de uma mistura de tempo extra, desejo de se sentir envolvido e, também, preocupações com a segurança no seu emprego ou ambição de crescimento. <strong>Se agora não é a altura para refletir, aprender e crescer, quando é que será?<br />
</strong>Desinvestir na formação do seu capital humano nesta altura, sob pena de contrariar a sua sede de desenvolvimento, preparará as organizações para quando emergirmos deste cenário?</p>
<p>Algumas organizações suspenderam os seus planos de formação por período indeterminado. Muitas arriscaram na formação à distância pela primeira vez, de forma síncrona ou assíncrona, por vezes munidos de resistências e crenças. Outras tantas abraçaram calorosamente estas metodologias, neste período em que se recomenda o distanciamento social. Os resultados e as experiências foram diversas, mas há um elefante na sala (que sendo virtual, podemos torná-lo tão grande quanto queremos): <strong>estávamos preparados para esta mudança de paradigma?</strong></p>
<p>Não, não estávamos. <strong>Fomos obrigados a dar o salto do presencial para o online, de um minuto para o outro.</strong> As casas, as ligações de internet e os equipamentos dos participantes estavam preparados para a formação à distância?</p>
<p>Provavelmente, também não. E as ações que estavam planeadas foram desenhadas originalmente para o modelo à distância? Não, porque privilegiávamos a formação presencial. Com toda esta falta de preparação, torna-se fácil justificar e compreender que nem todas as experiências formativas à distância ministradas durante este período foram um mar de rosas. Mas <strong>as vantagens da formação à distância são evidentes</strong> e, ainda assim, muitas foram as ações de formação com elevado impacto realizadas neste período, de forma remota. E, com isso, o desenvolvimento de competências não foi obrigado a parar.</p>
<p><strong>A verdade é que uma experiência de formação não é mais ou menos satisfatória por ser realizada remota ou presencialmente.</strong></p>
<p>Cientes das condicionantes do passado, não tão distante do presente, reflitamos sobre o futuro: <strong>estaremos preparados para esta mudança de paradigma? </strong>Podemos estar. Se não voltarmos a correr para a nossa zona de conforto da formação presencial, assim que possível. Se não encararmos este período como uma fase passageira e sem impacto para o que vier a seguir. E, particularmente, <strong>se estivermos interessados em explorar novos horizontes de flexibilidade e acessibilidade na formação</strong>, com experiências igualmente impactantes, enriquecedoras e ajustadas às especificidades de todos os stakeholders.</p>
<p><strong>Promover a melhor aprendizagem possível, independentemente do ambiente, é o desafio dos agentes responsáveis pela formação e educação.</strong></p>
<p>Acreditar que sessões virtuais, quando bem planeadas e executadas, podem ter níveis elevados de concentração e envolvimento dos participantes, garantido o impacto pretendido, é uma necessidade. Reconhecer que os programas de formação não podem ser idênticos quando são ministrados em modalidades diferentes, dadas as suas especificidades, vantagens e obstáculos, é uma prioridade. Escolher a tecnologia que permite facilitar uma boa experiência de formação, é taticamente indispensável. Investir na pedagogia e não só em tecnologia (porque a tecnologia é apenas tecnologia), é o passo estratégico fundamental. <strong>Ter a humildade de aceitar que só descobriremos a fórmula testando (e falhando), é a atitude correta.</strong></p>
<p>Não, não vamos ficar fechados para sempre em casa. A formação também não terá de ser ministrada remotamente para sempre. Mas aprendemos bastante durante este período e seria um desperdício não capitalizar este conhecimento no desenvolvimento futuro de ações de formação mais acessíveis, versáteis e enriquecedoras. Que venha deste malquisto vírus, a disrupção necessária para o maior salto qualitativo que podemos vir a dar no setor da formação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_84541" style="width: 160px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-84541" class="size-thumbnail wp-image-84541" src="https://www.galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/Gabriel-Augusto-150x150.jpg" alt="Gabriel Augusto Galileu" width="150" height="150" title="Há um Elefante na Sala - Game Changer 1 galileu" srcset="https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/Gabriel-Augusto-150x150.jpg 150w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/Gabriel-Augusto-300x300.jpg 300w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/Gabriel-Augusto-768x768.jpg 768w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/Gabriel-Augusto.jpg 960w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p id="caption-attachment-84541" class="wp-caption-text">Gabriel Augusto</p></div>
<p><em>Diretor Geral da FLAG<br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em></p>
<p>Pode ainda descarregar<a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=12PpNHLwQNDpx-ZTAmxzqT-489_liEvNx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>aqui a</strong> <strong>edição especial completa da Game Changer </strong></a>e aceder a este e a outros artigos</p>
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		<title>A PNL ao serviço da Gestão Emocional &#8211; Game Changer</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/a-pnl-ao-servico-da-gestao-emocional-game-changer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 13:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[A PNL ao serviço da Gestão Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Edição Especial Game Changer]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Programação Neurolinguistica]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Gomes Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os nossos cinco sentidos captam o mundo exterior e dão-nos uma sensação de estarmos mais virados para o mundo exterior do que para o interior e de facto é-nos mais fácil comentar/opinar/julgar as ações do outro do que as nossas próprias. Por isso, a PNL descreve a interação fundamental entre mente (neuro) e linguagem (linguística) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os nossos cinco sentidos captam o mundo exterior e dão-nos uma sensação de estarmos mais virados para o mundo exterior do que para o interior e de facto é-nos mais fácil comentar/opinar/julgar as ações do outro do que as nossas próprias. Por isso, a PNL descreve a interação fundamental entre mente (neuro) e linguagem (linguística) e como essa dinâmica afeta o nosso corpo, o nosso comportamento e as nossas emoções (programação).</p>
<p>Nas palavras de Richard Bandler, um dos pioneiros da PNL, <strong>“a Programação Neurolinguística é um processo educacional sobre como usar melhor o nosso cérebro.”</strong></p>
<p>No que respeita às emoções, diz António Damásio, <strong>“não somos máquinas de pensar. Somos máquinas de sentir, que pensam.”</strong> Por isso, as emoções determinam as decisões que tomamos na nossa vida, funcionando como um radar pessoal.</p>
<p>Paul Ekman juntou a esta discussão um importante tópico: o facto de as emoções não precisarem de espectadores. Assim, podemos reagir<br />
emocionalmente a músicas, paisagens, trovões, etc. Na sua investigação, com uma tribo na Nova Guiné completamente isolada, provou que existem <strong>sete emoções universais</strong>, independentemente da cultura:<strong> alegria, tristeza, medo, surpresa, aversão, raiva e desprezo</strong> (adicionada posteriormente).</p>
<p>Se a forma como expressamos as nossas emoções é universal, a forma pela qual captamos, armazenamos e codificamos a informação externa varia de pessoa para pessoa. A PNL refere que existem <strong>quatro sistemas de representação: visual, auditivo, cinestésico e auditivo digital</strong>. Cada um deles tem as suas próprias caraterísticas e conseguiríamos distingui-las se estivéssemos num estádio de futebol, existisse um golo e tivéssemos de verbalizar como foi esse golo para nós. O golo era o mesmo, a forma como percepcionamos e codificamos essa informação é que seria diferente.</p>
<p>Por isso, muitas vezes, quando transmitimos uma informação, utilizamos o nosso sistema de representação preferencial e o nosso interlocutor tem outro e isso faz com que a informação seja transmitida e captada de forma distinta.</p>
<h5><strong>Este é um dos principais pressupostos da PNL: “o mapa não é território”, ou seja, a realidade não existe, pois cada um tem a sua própria visão da realidade.</strong></h5>
<p>Ter consciência destas diferenças fará com que tenhamos maior atenção à forma como comunicamos, aumentando a tolerância com o outro, contribuindo naturalmente para uma melhor gestão das emoções.</p>
<p>Se a forma como captamos a informação nos distingue, a forma como a filtramos torna-nos únicos. Um dos filtros mais relevantes que utilizamos, e com enorme peso na nossa gestão emocional, é o das crenças. Todos temos crenças limitadoras e crenças potenciadoras e estas formam-se a partir das nossas experiências directas e indirectas ou pela modelagem da experiência dos outros (traços culturais<br />
e educacionais).</p>
<p>Já imaginaram qual será a performance de um atleta que entra na final de uma competição europeia com uma das seguintes crenças?: “normalmente não lido bem com a pressão dos grandes momentos”; “quando vamos a penáltis nunca ganhamos”; ou “a maldição de Béla Guttmann parece mesmo real”.</p>
<blockquote><p>Como refere Timothy Gallwey, (fundador das bases do coaching desportivo) no seu livro “O Jogo Interior no Ténis”,<strong> “o jogo interno ocorre dentro da mente do jogador e é jogado contra obstáculos como o medo, a insegurança, lapsos de concentração e que limitam conceitos </strong><strong>ou suposições. O jogo interno é jogado para superar os obstáculos auto impostos, que impedem uma pessoa ou equipa de aceder ao seu potencial.”</strong></p></blockquote>
<p>Por outro lado, as crenças potenciadoras, podem catapultar a performance de um atleta. O que vos parece se na mesma final, um jogador entra em campo acreditando nas seguintes afirmações?: “nasci para estes momentos de pressão”; “o passado é diferente do futuro e a história é apenas isso mesmo”; ou “vou fazer o melhor jogo da época”.</p>
<p>O mais importante das crenças é que as vamos mudando ao longo do tempo, o que nos confere um enorme poder de decisão. O que foca, aumenta. Se acreditarmos em coisas diferentes, podemos estabelecer objetivos diferentes, o que nos levará a agir de forma diferente, e a ter resultados diferentes. Como dizia recentemente Paulo Pereira, selecionador nacional de andebol, “para atingir objetivos ambiciosos as metas têm de ser “quase” impossíveis. Qual o limite? O limite somos nós próprios”.</p>
<p>Tal como as emoções influenciam a nossa fisiologia, o contrário também é verdade e aprofundar esta conexão pode tornar-se numa ferramenta muito eficaz na nossa gestão emocional. A primeira sugestão que pode ser feita é de contrariarem fisicamente quando estão em estados deprimidos. Se imaginarem a vossa postura corporal nesse estado, ela será com os ombros curvados para baixo, olhar no mesmo sentido e suspiros profundos. Nesses  momentos, <strong>manter um estado ereto, olhar para cima, respirar profundamente e sorrir ajudará a mudar o seu estado emocional.</strong></p>
<p>Imaginemos o cenário ao intervalo de um qualquer jogo desportivo, em que o resultado não está favorável. Ao invés de estar sentado a escutar as palavras do treinador cabisbaixo, o atleta poderá estar de pé, a sorrir (não é o mesmo que rir), com olhar de lince para a frente e antes de entrar novamente em campo, realizar inspirações e expirações profundas (técnica de Kapalabhati de Yoga, p.ex). Isso influenciará a mudança do estado emocional. Quando jogava voleibol de alta competição, nem sempre a adrenalina estava ao máximo nos dias de jogo e no lugar de realizar o mesmo de sempre no aquecimento, começava por utilizar uma técnica conhecida por “V alto” – esticar os braços acima da cabeça durante 2 minutos e com olhar para cima. Isso ajudava a mudar o meu estado emocional. Hoje utilizo a mesma técnica antes de apresentações em público.</p>
<p>Para além disso, outra ferramenta poderosa para apoiar na gestão emocional é a das<strong> âncoras</strong>. A ancoragem é um processo a partir do qual <strong>a mente associa um determinado estímulo a um desempenho ou reação</strong>. Facilmente conseguimos observar algumas âncoras no mundo do desporto. Cristiano Ronaldo dá sempre o mesmo número de passos, coloca as pernas da mesma forma e faz uma respiração profunda antes da marcação de um livre direto, Rafael Nadal antes de servir toca em várias partes da cara, Michael Phelps ouve sempre hip-hop antes de entrar na piscina, e muitos jogadores entram sempre com o pé direito em campo.</p>
<h5><strong>Também no nosso dia a dia, podemos tomar consciência das âncoras que geram em nós emoções positivas, e ativá-las nos momentos em que precisamos.</strong></h5>
<p>Colocar aquela música que nos faz saltar do sofá para cantar e dançar, vestir a roupa que poderíamos usar para sair com os amigos, colocar maquilhagem, fazer a barba, ou ver as fotos daquela viagem de sonho que fizemos e fecharmos os olhos para nos imaginar lá novamente, são algumas das âncoras que podemos ativar.</p>
<p>Tudo o que verificamos anteriormente não significa que iremos mudar sempre e de forma instantânea o nosso estado emocional. O que proponho é que mobilizem mais vezes o vosso sistema consciente para influenciar o vosso inconsciente. Como referiu Daniel Kahneman no livro “Pensar, Depressa e Devagar”, “o nosso sistema consciente é quem pensamos que somos. Este articula juízos e faz escolhas mas, muitas vezes, adota ou racionaliza ideias e sensações que foram geradas pelo sistema inconsciente”.</p>
<p><strong>Tal como os atletas, nós próprios enfrentamos dois jogos em simultâneo: o que se passa em campo (realidade) e o que vai na nossa mente.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_153457" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-153457" class="wp-image-153457 size-medium" src="https://www.galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/TiagoSantos-2463-240x300.jpg" alt="TiagoSantos 2463 Galileu" width="240" height="300" title="A PNL ao serviço da Gestão Emocional - Game Changer 2 galileu" srcset="https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/TiagoSantos-2463-240x300.jpg 240w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/TiagoSantos-2463-819x1024.jpg 819w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/TiagoSantos-2463-768x960.jpg 768w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/TiagoSantos-2463-1229x1536.jpg 1229w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/TiagoSantos-2463-1639x2048.jpg 1639w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2016/04/TiagoSantos-2463-scaled.jpg 2048w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /><p id="caption-attachment-153457" class="wp-caption-text"><a href="https://www.galileu.pt/formador/tiago-gomes-santos/"><strong>Tiago Gomes Santos</strong></a></p></div>
<p><em>Performance Consultant</em><em><br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em><strong><br />
</strong></p>
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<ul>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/a-pnl-ao-servico-da-gestao-emocional/">A PNL ao serviço da Gestão Emocional</a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/como-dinamizar-apresentacoes-impactantes-a-distancia/">Como dinamizar apresentações impactantes à distância</a></li>
</ul>
<p>Pode ainda descarregar<a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=12PpNHLwQNDpx-ZTAmxzqT-489_liEvNx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>aqui a</strong> <strong>edição especial completa da Game Changer </strong></a>e aceder a este e a outros artigos</p>
<p><a href="https://www.galileu.pt/gamechanger/"><b>Conheça aqui todas as edições da GAME CHANGER</b></a> e preencha o formulário, indicando a sua morada completa, caso pretenda receber gratuitamente as próximas edições da revista em formato impresso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Pandemia da Informação &#8211; Game Changer</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/a-pandemia-da-informacao-game-changer/</link>
					<comments>https://galileu.pt/blog/a-pandemia-da-informacao-game-changer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 13:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de informação]]></category>
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		<category><![CDATA[work @ home]]></category>
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					<description><![CDATA[A atual situação de pandemia exige muito cuidado da nossa parte no acesso à informação, bem como a consciencialização e responsabilização pelos nossos comportamentos. Quanto mais informação cada um de nós colocar na sua mente, mais fica sujeito a um maior cansaço mental. Por outro lado, essa mesma informação, de acordo com a sua natureza, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atual situação de pandemia exige muito cuidado da nossa parte no acesso à informação, bem como a consciencialização e responsabilização pelos nossos comportamentos. Quanto mais informação cada um de nós colocar na sua mente, mais fica sujeito a um maior cansaço mental. Por outro lado, essa mesma informação, de acordo com a sua natureza, poderá gerar estados mentais mais positivos e optimistas ou negativos e pessimistas em cada pessoa. A informação que procuramos e a que temos acesso, acaba por interferir na produtividade de cada pessoa e na gestão do seu dia a dia. <strong>Cabe a cada um de nós saber fazer uma gestão cuidada e criteriosa.</strong></p>
<p>Hoje em dia a informação a que temos acesso, que recebemos e com que temos de lidar é muito maior do que nas últimas décadas.<br />
Com a situação de pandemia, vivida nos últimos meses, o fluxo de informação é ainda mais elevado, com a particularidade que existe excesso de informação, desinformação, novas informações a toda a hora, informações com carácter científico com diferentes conclusões, teorias da conspiração e uma grande dificuldade em encontrar fontes fidedignas ou um único canal de informação em que se possa confiar totalmente. Tudo isto, faz com que atualmente <strong>um dos fatores causadores de maior ansiedade seja o excesso de informação.</strong></p>
<p>Se por um lado precisamos de estar bem informados, por outro, não deveremos estar ávidos de informação, mas procurar fontes confiáveis, estabelecendo um ou dois momentos do dia para estarmos informados, como garante de algum equilíbrio mental para nós próprios e para quem nos rodeia. <strong>Quanto mais informação estiver armazenada na nossa mente, maior cansaço mental estaremos sujeitos.</strong> É, por isso necessário desligar de toda a informação disponível e termos noção que a procura e própria receção de<br />
informação pode ser controlada por nós próprios. Deveremos então assumir responsabilidade pelos nossos comportamentos na procura de informação, sabendo de antemão que a informação que entra na nossa mente influencia o nosso estado e este irá influenciar os nossos resultados/produtividade no dia a dia.</p>
<p><strong>Isto é, as informações mais negativas conduzem tendencialmente a estados emocionais menos positivos, enquanto que informações positivas, construtivas e inspiradoras poderão proporcionar estados emocionais tendencialmente mais positivos e otimistas, a nós e a quem nos rodeia.</strong></p>
<p>É também muito importante ter em conta que a qualidade é muito mais importante que a quantidade e que deveremos sempre analisar as informações de diferentes perspetivas, mas também ter a coragem de eliminar tudo aquilo que não se enquadra na realidade de cada um e <strong>admitirmos para nós próprios que é humanamente impossível saber tudo e de tudo.</strong></p>
<p>O conceito de sobrecarga de informação, também conhecido por Síndrome por Fadiga de Informação (SFI), surgiu em 1970 com Alvin Toffler, e ocorre quando estamos sujeitos a um excesso dos meios de comunicação, tecnologia e informação com que lidamos nos<br />
nossos dias. Refere-se à nossa incapacidade de absorver e processar toda a informação que recebemos de forma eficiente, quer dizer que excesso de informação gera mais confusão mental, não significando necessariamente que poderemos estar mais aptos a tomar melhores decisões ou que estamos mais bem informados, até porque o nosso cérebro tem maior dificuldade em manter-se ativo com toda a informação recebida e processada.</p>
<p>O resultado pode mesmo ser o <strong>esgotamento físico e psicológico</strong> (manifestado maioritariamente por dores de cabeça constantes, mas também perdas de memória), que pode conduzir à tomada de decisões erradas e a uma menor produtividade da nossa capacidade laboral. As soluções para ultrapassar esta questão ainda que relativamente simples podem implicar <strong>abandonar rotinas e hábitos enraizados</strong> que não estão a contribuir para a nossa saúde mental, como definir limites para o acesso à informação, estabelecer regras para a utilização do tempo em regime de teletrabalho, que para além das tarefas diárias de trabalho, deverão incluir necessariamente momentos de lazer e de descanso, incluindo algum tipo de atividade física. Mais do que a constatação da nossa parte que é necessário fazer algo, é passarmos  à prática e ação, com um plano de reduzirmos substancialmente as fontes de informação e o tempo dedicado ao acesso à informação.</p>
<p>Uma técnica relativamente simples é a técnica dos 4 filtros, aplicada individualmente por cada pessoa e que pode permitir passar de um estado de sobrecarga de informação para uma gestão de informação mais cuidada:</p>
<p>1- Ignorar<br />
2- Ler/ Ouvir/ Ver<br />
3- Guardar<br />
4- Descartar</p>
<p>Em suma, cabe a cada um ignorar pura e simplesmente informação que sabe antecipadamente (ou mesmo no próprio momento) que não vale a pena ler/escutar/olhar, ou então envolver-se nesse tipo de informação mas de uma forma adequada, com um olhar crítico, escolhendo se vale a pena olhar/escutar/ver (naquele momento ou mais tarde), o que não implica descartar completamente se concluir<br />
que afinal aquela informação não é útil. Neste caso, tome atenção à sua intuição e à sua voz interior, dado que são duas poderosas ferramentas ao nosso dispor.</p>
<p>Fica a sugestão que durante este período, cada um possa aproveitar para investir tempo no seu desenvolvimento pessoal de forma controlada, ler, assistir a webinars, ter formação, adquirir conhecimento em diversas áreas do seu interesse entre outras sugestões, mas de uma forma criteriosa.</p>
<p><strong>Cuide de si e dos seus. O bem-estar de todos é essencial.</strong></p>
<p><strong>Sónia Diz<br />
</strong><em>Formadora Profissional<br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em><strong><br />
</strong></p>
<p>Como forma de complemento ao artigo pode aceder a este <strong>webcast do ciclo Work @ Home</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/gerir-o-consumo-de-informacao-durante-uma-pandemia/">Gerir o consumo de informação durante uma pandemia</a></li>
</ul>
<p>Pode ainda descarregar<a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=12PpNHLwQNDpx-ZTAmxzqT-489_liEvNx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>aqui a</strong> <strong>edição especial completa da Game Changer </strong></a>e aceder a este e a outros artigos</p>
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