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	<title>Formação Contínua &#8211; GALILEU</title>
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		<title>Porque é que a formação contínua nas TI é a chave para vencer na era da IA &#8211; Game Changer 23</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 08:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Num sector onde a única constante é a mudança, a formação contínua nas Tecnologias de Informação (TI) deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma condição de sobrevivência. O impacto da automação e da inteligência artificial (IA) está a redesenhar o mercado de trabalho a um ritmo nunca antes visto. Neste contexto, importa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Num sector onde a única constante é a mudança, a formação contínua nas Tecnologias de Informação (TI) deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma condição de sobrevivência. O impacto da automação e da inteligência artificial (IA) está a redesenhar o mercado de trabalho a um ritmo nunca antes visto. Neste contexto, importa refletir: estaremos nós – profissionais, empresas e sociedade – preparados para acompanhar esta evolução? </strong></p>
<p><strong>A resposta reside em cinco ideias-chave.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>1 &#8211; O conhecimento técnico tem prazo de validade</h6>
<p>O universo técnológico avança a uma velocidade vertiginosa. Conceitos que hoje estão na linha da frente, tais como IA generativa, cloud híbrida, cibersegurança baseada em Zero Trust ou DevOps, rapidamente se tornam a norma. O problema? O conhecimento aprendido há apenas três anos pode já estar ultrapassado.</p>
<p>Num mundo onde 44% das competências profissionais vão mudar até 2028 (World Economic Forum), <strong>a formação contínua é a única forma de evitar a obsolescência profissional</strong>. Esta é uma mudança cultural, que pessoas e organizações precisam de realizar, sob pena de ficarmos de alguma forma “obsoletos” e de as organizações perderem a sua competitividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>2- A IA e a automação não eliminam empregos, mas transformam-nos</h6>
<p>Há quem tema que a IA venha substituir humanos, mas os dados mostram outra realidade: a IA irá eliminar tarefas, não pessoas, e criar novas funções para quem estiver preparado. A requalificação é urgente: segundo o LinkedIn, 82% dos líderes consideram que os seus <strong>colaboradores precisarão de novas competências em IA nos próximos dois anos.</strong></p>
<p>Neste cenário, a formação contínua não deve ser apenas um investimento individual, mas sim uma estratégia nacional que envolva empresas, Estado e instituições de formação, para garantir a empregabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>3- As empresas que investem em formação são as que mais crescem</h6>
<p>No mundo empresarial, a agilidade vale ouro, e nada torna uma equipa mais ágil do que ter colaboradores que aprendem continuamente. Empresas que incentivam a aprendizagem contínua, conseguem adaptar-se mais rapidamente, inovar com mais segurança e reter talento qualificado.</p>
<p>Dados da IDC indicam que até 2026, 65% das empresas vão exigir que os profissionais de TI tenham certificações atualizadas em áreas como cloud e IA. <strong>A formação já não é um extra: é um requisito e uma necessidade de negócio.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>4- A requalificação é a resposta à escassez de talento em TI</h6>
<p>Em Portugal, continuam a faltar profissionais qualificados em áreas como cibersegurança, análise de dados ou engenharia de sistemas cloud. A formação contínua não responde apenas às necessidades de quem já está no sector, é também uma porta de entrada para novos perfis.</p>
<p>Para muitos, mudar de carreira é um passo difícil, mas quando há programas bem estruturados, com orientação prática e ligação ao mercado, <strong>a reconversão profissional pode ser rápida, eficaz e gratificante.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>5- Formar é também valorizar pessoal e profissionalmente</h6>
<p>Por fim, há um fator que muitas vezes é ignorado: a formação contínua não serve apenas para garantir um salário ou uma promoção. Serve para <strong>alimentar a curiosidade, aumentar a confiança e manter viva a motivação</strong>. Numa altura em que o burnout e a desmotivação atingem níveis preocupantes, aprender pode ser o melhor antídoto.</p>
<p>A formação contínua não é apenas uma ferramenta de adaptação. É, acima de tudo, uma forma de crescimento, tanto técnico, profissional e humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Num mercado tecnológico cada vez mais exigente, <strong>quem pára de aprender, arrisca-se a ficar para trás</strong>. A boa notícia? Nunca foi tão fácil, tão acessível e tão relevante investir em conhecimento. Cabe-nos a nós, enquanto profissionais e enquanto organizações, escolher querer evoluir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jorge Lopes,<br />
</strong><i>Diretor, <a href="https://rumos.pt/" target="_blank" rel="noopener">Rumos Formação</a></i></p>
<a class="btn  btn-inline" href="https://indd.adobe.com/view/7ce362d2-edd4-4d79-8953-3228dce06412" target="__blank" rel="noopener"><strong>Descarrega aqui a 23ª Edição da Revista Game Changer</strong></a>
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