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	<title>Salesforce Portugal &#8211; GALILEU</title>
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		<title>É urgente apostar na requalificação digital das equipas &#8211; Game Changer 15</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 10:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[Para se ter sucesso na atual forma de trabalhar a partir de qualquer lugar, é necessária a existência de uma mentalidade e uma abordagem que coloquem o digital em primeiro plano. Nesse sentido, não poderia ser mais urgente a necessidade de governos e empresas darem prioridade à melhoria e requalificação para prepararem os colaboradores para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para se ter sucesso na atual forma de trabalhar a partir de qualquer lugar, <strong>é necessária a existência de uma mentalidade e uma abordagem que coloquem o digital em primeiro plano</strong>. Nesse sentido, não poderia ser mais urgente a necessidade de governos e empresas darem prioridade à melhoria e requalificação para prepararem os colaboradores para os empregos do futuro.</p>
<p>Conforme as economias emergem da pandemia, o despertar para o digital não será igual em todo o mundo. Um estudo recente da Accenture estimou que, em 2028, os países do G20 poderiam perder 11,5 triliões de dólares de crescimento cumulativo do PIB se a crescente lacuna de competências digitais não fosse abordada. Em todos os países e regiões, se não forem tomadas as medidas adequadas, veremos as desigualdades de género, de idade, entre cidades e zonas rurais e empresas; criando, ainda mais, em última análise, um mundo fragmentado.</p>
<p>Considerando, por exemplo, a ampliação da divisão de género digital durante a pandemia. De acordo com a McKinsey, uma em cada quatro mulheres considerou reduzir ou até mesmo abandonar as suas carreiras devido ao aumento das responsabilidades domésticas; as mulheres representam 39% da força de trabalho global, mas 54% das perdas gerais de empregos durante a crise.</p>
<p>Para as organizações de todas as dimensões,<strong> a falha em dar prioridade à requalificação dos colaboradores terá impactos negativos</strong> não apenas no desenvolvimento, entrega e inovação de produtos, mas também na experiência e satisfação do cliente. Tendo em consideração os custos associados à contratação de candidatos externos para funções de especialista, por exemplo, além das taxas de recrutamento, publicidade e salários mais altos que esses colaboradores irão exigir, o potencial para economia de custos é elevado.</p>
<h6>Repensar o Mundo do Trabalho</h6>
<p>O nosso novo mundo digital apresenta uma grande oportunidade para as empresas repensarem o que são e/ou devem ser as equipas ágeis. As tecnologias emergentes, como o blockchain, IA e cloud, bem como a mudança em grande escala para o trabalho remoto, estão a ampliar a procura das empresas por competências digitais e colaborativas.</p>
<p>Fechar esta lacuna de competências pode vir do investimento na construção de capacidades e na criação de novas iniciativas de aprendizagem. Ao construir programas de formação à medida com base não no que consideram que os colaboradores deveriam saber, mas no que os colaboradores realmente desejam e precisam de saber, <strong>as empresas podem criar uma cultura de trabalho flexível que capacita todos a conectarem-se, a aprenderem e a progredirem a partir de qualquer lugar.</strong></p>
<p>As empresas do futuro bem-sucedidas irão utilizar a tecnologia para apoiar, em vez de substituir os colaboradores, proporcionando novas oportunidades de formação e redistribuição para criar funções mais estratégicas. Em última análise, irá resultar em <strong>maior agilidade e resiliência nos negócios, maior produtividade entre as equipas e padrões mais sólidos de equidade, diversidade e inclusão.</strong></p>
<h6>Proporcionar oportunidades digitais para todos</h6>
<p>A pandemia apresentou-nos uma oportunidade única para se repensar a educação digital. Ao trabalhar em estreita colaboração com governos e partes interessadas da comunidade, as empresas podem garantir que a formação seja dimensionada para corresponder à procura digital e acelerar a recuperação e o crescimento, fornecendo também oportunidades digitais para todos.</p>
<p>Isto pode ser feito, por exemplo, através da promoção de carreiras em tecnologia como uma plataforma para uma progressão justa, significativa, de aprendizagem e com gosto, ao longo da vida. A execução de programas de longo alcance pode aumentar o acesso à qualificação e combater a desigualdade racial e de género. Redefinir o recrutamento para se concentrar menos na educação tradicional e mais nas competências pode abrir funções digitais para um pool de talentos mais amplo e diversificado, gerando um impacto socioeconómico mais positivo.</p>
<p><strong>As decisões que as empresas tomam agora para resolver a lacuna de competências digitais irão ecoar durante uma geração.</strong> O compromisso em preencher a lacuna cada vez maior de competências digitais é fundamental para o sucesso e a prosperidade do nosso mundo no futuro. E, fazendo isso de uma forma que promova a equidade e efetivamente aproveite os talentos inexplorados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fernando Braz<br />
</strong><em>Country Leader , <a href="https://www.salesforce.com/eu/" target="_blank" rel="noopener">Salesforce Portugal</a></em></p>
<a class="btn  btn-inline" href="https://galileu.pt/gamechanger15" target="__blank"><strong>Descarregue aqui a 15ª Edição da Revista Game Changer</strong></a>
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<p>&nbsp;</p>
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