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	<title>teletrabalho &#8211; GALILEU</title>
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		<title>As Empresas e a Flexi-Habilidade &#8211; Game Changer 19</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/as-empresas-e-a-flexi-habilidade-game-changer-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 10:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cultura organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Flexibilidade Laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Flexibilidade Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer 19]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Vicente]]></category>
		<category><![CDATA[modelos de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O conceito de flexibilidade laboral tem vindo a evoluir ao longo dos anos, seja por estratégia das empresas (ex. captação ou retenção), seja por normativos legais (ex. legislação permite dispensa para assistir a filho doente), seja por contextos ambientais (ex. intempéries) ou por circunstâncias estruturais da sociedade que implicam uma redefinição dos modelos de trabalho, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de flexibilidade laboral tem vindo a evoluir ao longo dos anos, seja por estratégia das empresas (ex. captação ou retenção), seja por normativos legais (ex. legislação permite dispensa para assistir a filho doente), seja por contextos ambientais (ex. intempéries) ou por circunstâncias estruturais da sociedade que implicam uma redefinição dos modelos de trabalho, como aconteceu durante a pandemia.</p>
<p>Nos modelos mais tradicionais ou clássicos, a flexibilidade era vista como uma forma de integrar eventos pessoais no dia-a-dia dos colaboradores nas empresas: ir a consultas em horário laboral, ficar em casa quando os filhos ficam doentes ou “dar o dia” em caso de viroses sazonais do colaborador. Este modelo era muito valorizado, e transmitia a confiança da organização nas suas pessoas apesar da expetativa intrínseca de uma compensação das tarefas para os dias seguintes.</p>
<p>Com a pandemia, a flexibilidade alcançou um novo nível: o teletrabalho. Foi concedida a possibilidade de se desempenharem as mais diversas tarefas através de diferentes localizações geográficas, muitas vezes além-fronteiras. Percebeu-se que era um conceito muito favorável à eficiência das empresas<br />
e à performance dos colaboradores. Pela disrupção inevitável com que foi implementado pelas empresas, tornou-se um modelo muito popular e valorizado pelos colaboradores nas suas mais diversas formas: híbrido ou 100% remoto.</p>
<p><strong>Com esta evolução aprendemos que a flexibilidade é uma ferramenta poderosa que qualquer empresa consegue</strong><br />
<strong>acionar. Se precisamos de estar em modo sobrevivência para a ativarmos? Não creio. Precisamos, sim, de nos manter adaptáveis ao mercado e às necessidades das pessoas.</strong></p>
<p>Segundo a Forbes, 73% dos colaboradores trabalham em modelos híbridos ou 100% remotos. Um dado curioso neste estudo é que apenas 27% dos jovens com idades entre os 18 e os 25 anos gostam de trabalhar em casa. Já 41% das pessoas entre os 26 e os 41 anos preferem trabalhar na sua habitação.</p>
<p>Em Portugal, encontramos uma adesão esmagadora a estes novos modelos, principalmente no sector das TI, em que os modelos mais adotados são o híbrido (52%), seguido do <em>full remote</em> (42%). Segundo o <em>Global Tech Talent Trends Report</em> 2023 da <em>Landing Jobs</em>, esta adesão das empresas reflete-se e muito na expetativa dos colaboradores, os quais pretendem continuar a ter estes modelos disponíveis (99%), também pelas oportunidades de carreira internacional (apontada por 50% das pessoas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Numa perspetiva centrada no colaborador, temos sempre de considerar que existem diferentes tipos de pessoas:</p>
<ul>
<li>as que vão continuar a preferir <strong>modelos de trabalho presenciais</strong>: seja pelo tipo de trabalho que desenvolvem ou pela cultura da empresa que os incentiva e os motiva para estarem presentes;</li>
<li>as que elegem os <strong>modelos híbridos</strong> por se adequarem melhor à sua dinâmica profissional e pessoal e, assim, tirarem partido do “melhor dos dois mundos”;</li>
<li>as que privilegiam <strong>modelos 100% remoto</strong>, pelo conforto de desempenharem as suas funções através de casa ou de qualquer outra parte do mundo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estes modelos desafiados pela pandemia vieram para ficar, mas também vieram para evoluir.</p>
<p>Estar 100% remoto tem inúmeras vantagens, como já vimos, mas traz consigo alguns desafios, como o <strong>maior distanciamento dos colegas e da cultura da empresa</strong>, uma maior oscilação nos níveis de motivação (que leva muitas vezes ao <em>quiet quitting </em>ou mesmo à saída do colaborador). A um nível mais emocional, <strong>poderá desencadear sentimentos como a solidão, a ansiedade ou a tristeza constante</strong> (desencadeadora da depressão). Estes são aspetos que devem ser avaliados nos modelos de trabalho adotados, de forma a mitigar os seus riscos: seja através de medidas preventivas, seja através do contacto.<strong>“Estar presente” é fundamental.</strong></p>
<p>Na Neotalent, estamos muito atentos a estas novas tendências, não só pela nossa dinâmica de negócio como pela multiplicidade de culturas organizacionais em que os nossos consultores estão inseridos. Atualmente, temos consultores em todos os modelos de trabalho, em que a grande maioria está em modelos híbridos e remotos (este último com menor expressão).</p>
<p>Por este motivo, existe um <strong>grande foco em estarmos próximos</strong>, não só através dos respetivos <em>Business Managers</em>, responsáveis pela gestão das equipas e pela relação com o cliente, como através da área de <em>People</em>. Em maio, realizámos o nosso <em>survey</em> periódico chamado “<em>You Have a Voice</em>”, no qual 57% dos consultores caracterizaram a cultura Neotalent como flexível e impulsionadora de carreiras. Quando questionados em relação ao modelo de trabalho, 85% referiu estar muito satisfeito.</p>
<p>Apesar de termos consultores satisfeitos, em que 61% considera ter um nível de proximidade com a empresa suficiente, é para nós fundamental ter mecanismos que promovam a motivação, a retenção e o <em>engagement</em> nestes modelos de trabalho:</p>
<ul>
<li>Ter programas que criem <strong>proximidade entre os colaboradores e a empresa</strong>, com a regularidade mais ajustada às necessidades de cada um (ex. <em>e-gatherings</em>,<em> pop-up challenges</em>, <em>career advisory programs</em>, etc.);</li>
<li>Manter uma <strong>relação próxima com o(a) respetivo(a) <em>Manager</em></strong>;</li>
<li><strong>Ter ferramentas que apoiem a recolha de <em>feedback</em></strong> sobre a função, motivação e satisfação: para que seja possível trabalhar a retenção;</li>
<li>Apostar na <strong>comunicação clara e simples</strong>: para garantir que as mensagens são lidas e chegam a todos;</li>
<li>Apostar em <strong>serviços que possam dar apoio</strong> e/ou simplificar as necessidades dos colaboradores (ex. apoio psicológico);</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A flexibilidade dentro das empresas deve funcionar como o propulsor da motivação e da confiança dos colaboradores.</strong> Hoje em dia já se fala em flexibilidade radical, em que os colaboradores podem trabalhar quando, onde e como quiserem, ou seja, o trabalho adapta-se à sua vida e não o inverso. Para mim, devemos permitir-nos continuar a evoluir e ser flexível é a chave para continuarmos a valorizar a individualidade, respeitarmos as expetativas e elevarmos o (nosso) potencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.linkedin.com/in/marta-pinto-vicente-6772ba17/?originalSubdomain=pt" target="_blank" rel="noopener">Marta Vicente</a></strong></p>
<p><em>Head of People</em>, <a href="http://www.neotalent.pt" target="_blank" rel="noopener">Neotalent</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<a class="btn  btn-inline" href="https://galileu.pt/game-changer-19/" target="__blank"><strong>Descarregue aqui a 19ª Edição da Revista Game Changer</strong></a>
<p><a href="https://www.galileu.pt/gamechanger/"><b>Conheça aqui todas as edições da GAME CHANGER</b></a></p>
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		<title>Veja ou reveja o ciclo WORK @ HOME &#8211; Webcasts GALILEU</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/veja-ou-reveja-o-ciclo-work-home-webcasts-galileu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 11:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de Webcasts]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Webcasts GALILEU]]></category>
		<category><![CDATA[work @ home]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Os ciclos de Webcasts WORK @ HOME foram uma iniciativa da GALILEU lançada entre abril e maio para ajudar todos os profissionais a  organizar e otimizar o seu processo de trabalho a partir de casa. Com o novo confinamento, queremos voltar a partilhar este ciclo para que todos tenham a oportunidade de ver ou rever [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Os ciclos de Webcasts <strong>WORK @ HOME </strong>foram uma iniciativa da GALILEU lançada entre abril e maio para ajudar todos os <strong>profissionais a  organizar e otimizar o seu processo de trabalho a partir de casa</strong>.</p>
<p>Com o novo confinamento, queremos voltar a partilhar este ciclo para que todos tenham a oportunidade de ver ou rever os webcasts do seu interesse, <strong>pode consultar abaixo a listagem</strong> com links que irão reecaminhar para a temática escolhida.</p>
<p><strong>1º Ciclo:</strong></p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.galileu.pt/blog/aplique-ja-estas-boas-praticas-de-teletrabalho/">Aplique já estas boas práticas de teletrabalho</a></em></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/como-o-mindfulness-nos-pode-ajudar-a-controlar-o-stress-e-a-ansiedade/"><em>Como o mindfulness nos pode ajudar a controlar o stress e a ansiedade</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/o-trabalho-colaborativo-ajustado-a-uma-realidade-digital-e-de-afastamento-social/"><em>O trabalho colaborativo ajustado a uma realidade digital e de afastamento social</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/como-gerir-o-tempo-em-teletrabalho/"><em>Como gerir o tempo em teletrabalho</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/superando-adversidades-atraves-do-trabalho-de-equipa/"><em>Superando adversidades através do trabalho de equipa</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/como-conciliar-o-teletrabalho-com-a-familia/"><em>Como conciliar o teletrabalho com a família</em></a></li>
<li><em><a href="https://www.galileu.pt/blog/gerir-o-consumo-de-informacao-durante-uma-pandemia/">Gerir o consumo de informação durante uma pandemia</a></em></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/lideranca-a-distancia-competencias-e-comportamentos-de-um-lider-dos-novos-tempos/"><em>Liderança à distância: Competências e comportamentos de um líder dos novos tempos</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/vamos-nos-conectar-para-comunicar-eficazmente-a-distancia/"><em>Vamos nos conectar para comunicar eficazmente à distância</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/reunioes-online-estrategias-e-ferramentas-que-ajudam-a-manter-o-rendimento/"><em>Reuniões Online: Estratégias e ferramentas que ajudam a manter o rendimento</em></a></li>
</ul>
<p><strong>2º Ciclo:</strong></p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.galileu.pt/blog/gestao-de-conflitos-na-empresa/">Gestão de conflitos na empresa</a></em></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/como-dinamizar-apresentacoes-impactantes-a-distancia/"><em>Como dinamizar apresentações impactantes à distância</em></a></li>
<li><em><a href="https://www.galileu.pt/blog/dinamizar-a-atividade-comercial-remotamente/">Dinamizar a atividade comercial remotamente</a></em></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/manter-desenvolver-ou-reajustar-a-cultura-da-empresa-em-teletrabalho/"><em>Manter, desenvolver ou reajustar a cultura da empresa em teletrabalho</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/como-potenciaar-e-desenvolver-a-sua-inteligencia-emocional-e-resiliencia/"><em>Como potenciar e desenvolver a sua inteligência emocional e resiliência</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/gerir-a-confianca-em-tempos-de-incerteza/"><em>Gerir a confiança em tempos de incerteza</em></a></li>
<li><em><a href="https://www.galileu.pt/blog/a-pnl-ao-servico-da-gestao-emocional/">A PNL ao serviço da gestão emocional</a></em></li>
<li><em><a href="https://www.galileu.pt/blog/sustentabilidade-das-empresas-transformar-desafios-em-oportunidades/">Sustentabilidade das empresas: Transformar desafios em oportunidades</a></em></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/controlar-pessoas-ou-resultados-o-desafio-da-gestao-do-teletrabalho/"><em>Controlar pessoas ou resultados? O desafio da gestão do teletrabalho</em></a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/ferramentas-de-coaching-gerir-equipas-a-distancia/">Ferramentas de coaching &#8211; Gerir equipas à distância</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Webcast GALILEU &#8211; Avaliação de Desempenho: Como medir os resultados da equipa à distância?</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/webcast-galileu-avaliacao-de-desempenho-como-medir-os-resultados-da-equipa-a-distancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 10:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[webcasts]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação de desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliar Desempenho à distância]]></category>
		<category><![CDATA[medir resultados à distância]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[WebCast GALILEU]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o aumento de profissionais em teletrabalho torna-se fundamental encontrar e implementar novas estratégias de avaliação de resultados. O desenvolvimento do potencial das equipas e de cada um dos seus colaboradores é uma das mais importantes tarefas de um líder e uma das suas maiores responsabilidades. A avaliação de desempenho, qualquer que seja a sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-key="1"><span data-key="2">Com o aumento de profissionais em teletrabalho torna-se fundamental encontrar e implementar novas estratégias de avaliação de resultados. </span></p>
<p data-key="3"><span data-key="4">O desenvolvimento do potencial das equipas e de cada um dos seus colaboradores é uma das mais importantes tarefas de um líder e uma das suas maiores responsabilidades. A avaliação de desempenho, qualquer que seja a sua tipologia deverá suportar os processos de crescimento individual e de equipa. </span></p>
<p><strong>Veja ou reveja aqui o webcast completo:</strong></p>
<p><strong><span style="color: #8c1f2e;">AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: COMO MEDIR OS RESULTADOS DA EQUIPA À DISTÂNCIA?</span></strong></p>
<p><span style="color: #239886;"><strong>Webcast realizado no dia 25 de novembro de 2020<br />
<span style="color: #333333;">Formadora: <a href="https://www.galileu.pt/formador/helena-charneca-santos/">Helena Charneca Santos</a></span></strong></span></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZD2w-0eXWrA" width="800" height="600" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Os WebCasts GALILEU são ações de formação, de curta duração, na modalidade <a href="https://www.galileu.pt/destaques/livetraining/">Live Training</a>, na qual o formando pode ligar-se em tempo real a um ambiente de formação interativo, com acesso a um formador, a partir de qualquer localização com acesso à Internet.</p>
<p>Estas ações referem-se às mais diversas temáticas, das áreas das tecnologias da informação, competências comportamentais e empresariais, sendo apresentadas por formadores experientes e reconhecidos no mercado.</p>
<p>Conheça <a href="https://www.galileu.pt/webcasts/">aqui</a> outros webcasts GALILEU.</p>
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		<title>A Pandemia da Informação &#8211; Game Changer</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/a-pandemia-da-informacao-game-changer/</link>
					<comments>https://galileu.pt/blog/a-pandemia-da-informacao-game-changer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 13:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Edição Especial Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Excesso de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer Edição Especial Teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[work @ home]]></category>
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					<description><![CDATA[A atual situação de pandemia exige muito cuidado da nossa parte no acesso à informação, bem como a consciencialização e responsabilização pelos nossos comportamentos. Quanto mais informação cada um de nós colocar na sua mente, mais fica sujeito a um maior cansaço mental. Por outro lado, essa mesma informação, de acordo com a sua natureza, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atual situação de pandemia exige muito cuidado da nossa parte no acesso à informação, bem como a consciencialização e responsabilização pelos nossos comportamentos. Quanto mais informação cada um de nós colocar na sua mente, mais fica sujeito a um maior cansaço mental. Por outro lado, essa mesma informação, de acordo com a sua natureza, poderá gerar estados mentais mais positivos e optimistas ou negativos e pessimistas em cada pessoa. A informação que procuramos e a que temos acesso, acaba por interferir na produtividade de cada pessoa e na gestão do seu dia a dia. <strong>Cabe a cada um de nós saber fazer uma gestão cuidada e criteriosa.</strong></p>
<p>Hoje em dia a informação a que temos acesso, que recebemos e com que temos de lidar é muito maior do que nas últimas décadas.<br />
Com a situação de pandemia, vivida nos últimos meses, o fluxo de informação é ainda mais elevado, com a particularidade que existe excesso de informação, desinformação, novas informações a toda a hora, informações com carácter científico com diferentes conclusões, teorias da conspiração e uma grande dificuldade em encontrar fontes fidedignas ou um único canal de informação em que se possa confiar totalmente. Tudo isto, faz com que atualmente <strong>um dos fatores causadores de maior ansiedade seja o excesso de informação.</strong></p>
<p>Se por um lado precisamos de estar bem informados, por outro, não deveremos estar ávidos de informação, mas procurar fontes confiáveis, estabelecendo um ou dois momentos do dia para estarmos informados, como garante de algum equilíbrio mental para nós próprios e para quem nos rodeia. <strong>Quanto mais informação estiver armazenada na nossa mente, maior cansaço mental estaremos sujeitos.</strong> É, por isso necessário desligar de toda a informação disponível e termos noção que a procura e própria receção de<br />
informação pode ser controlada por nós próprios. Deveremos então assumir responsabilidade pelos nossos comportamentos na procura de informação, sabendo de antemão que a informação que entra na nossa mente influencia o nosso estado e este irá influenciar os nossos resultados/produtividade no dia a dia.</p>
<p><strong>Isto é, as informações mais negativas conduzem tendencialmente a estados emocionais menos positivos, enquanto que informações positivas, construtivas e inspiradoras poderão proporcionar estados emocionais tendencialmente mais positivos e otimistas, a nós e a quem nos rodeia.</strong></p>
<p>É também muito importante ter em conta que a qualidade é muito mais importante que a quantidade e que deveremos sempre analisar as informações de diferentes perspetivas, mas também ter a coragem de eliminar tudo aquilo que não se enquadra na realidade de cada um e <strong>admitirmos para nós próprios que é humanamente impossível saber tudo e de tudo.</strong></p>
<p>O conceito de sobrecarga de informação, também conhecido por Síndrome por Fadiga de Informação (SFI), surgiu em 1970 com Alvin Toffler, e ocorre quando estamos sujeitos a um excesso dos meios de comunicação, tecnologia e informação com que lidamos nos<br />
nossos dias. Refere-se à nossa incapacidade de absorver e processar toda a informação que recebemos de forma eficiente, quer dizer que excesso de informação gera mais confusão mental, não significando necessariamente que poderemos estar mais aptos a tomar melhores decisões ou que estamos mais bem informados, até porque o nosso cérebro tem maior dificuldade em manter-se ativo com toda a informação recebida e processada.</p>
<p>O resultado pode mesmo ser o <strong>esgotamento físico e psicológico</strong> (manifestado maioritariamente por dores de cabeça constantes, mas também perdas de memória), que pode conduzir à tomada de decisões erradas e a uma menor produtividade da nossa capacidade laboral. As soluções para ultrapassar esta questão ainda que relativamente simples podem implicar <strong>abandonar rotinas e hábitos enraizados</strong> que não estão a contribuir para a nossa saúde mental, como definir limites para o acesso à informação, estabelecer regras para a utilização do tempo em regime de teletrabalho, que para além das tarefas diárias de trabalho, deverão incluir necessariamente momentos de lazer e de descanso, incluindo algum tipo de atividade física. Mais do que a constatação da nossa parte que é necessário fazer algo, é passarmos  à prática e ação, com um plano de reduzirmos substancialmente as fontes de informação e o tempo dedicado ao acesso à informação.</p>
<p>Uma técnica relativamente simples é a técnica dos 4 filtros, aplicada individualmente por cada pessoa e que pode permitir passar de um estado de sobrecarga de informação para uma gestão de informação mais cuidada:</p>
<p>1- Ignorar<br />
2- Ler/ Ouvir/ Ver<br />
3- Guardar<br />
4- Descartar</p>
<p>Em suma, cabe a cada um ignorar pura e simplesmente informação que sabe antecipadamente (ou mesmo no próprio momento) que não vale a pena ler/escutar/olhar, ou então envolver-se nesse tipo de informação mas de uma forma adequada, com um olhar crítico, escolhendo se vale a pena olhar/escutar/ver (naquele momento ou mais tarde), o que não implica descartar completamente se concluir<br />
que afinal aquela informação não é útil. Neste caso, tome atenção à sua intuição e à sua voz interior, dado que são duas poderosas ferramentas ao nosso dispor.</p>
<p>Fica a sugestão que durante este período, cada um possa aproveitar para investir tempo no seu desenvolvimento pessoal de forma controlada, ler, assistir a webinars, ter formação, adquirir conhecimento em diversas áreas do seu interesse entre outras sugestões, mas de uma forma criteriosa.</p>
<p><strong>Cuide de si e dos seus. O bem-estar de todos é essencial.</strong></p>
<p><strong>Sónia Diz<br />
</strong><em>Formadora Profissional<br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em><strong><br />
</strong></p>
<p>Como forma de complemento ao artigo pode aceder a este <strong>webcast do ciclo Work @ Home</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/gerir-o-consumo-de-informacao-durante-uma-pandemia/">Gerir o consumo de informação durante uma pandemia</a></li>
</ul>
<p>Pode ainda descarregar<a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=12PpNHLwQNDpx-ZTAmxzqT-489_liEvNx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>aqui a</strong> <strong>edição especial completa da Game Changer </strong></a>e aceder a este e a outros artigos</p>
<p><a href="https://www.galileu.pt/gamechanger/"><b>Conheça aqui todas as edições da GAME CHANGER</b></a> e preencha o formulário, indicando a sua morada completa, caso pretenda receber gratuitamente as próximas edições da revista em formato impresso.</p>
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		<item>
		<title>Mindfulness para gerir o stress e a ansiedade &#8211; Game Changer</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/mindfulness-para-gerir-o-stress-e-a-ansiedade-game-changer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Como o mindfulness nos pode ajudar a controlar o stress e a ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer Edição Especial Teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mindfullness]]></category>
		<category><![CDATA[Mindfulness para gerir o stress e a ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[work @ home]]></category>
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					<description><![CDATA[Perante as constantes mudanças que ocorrem, quer na vida profissional, quer na vida pessoal, torna-se urgente aprendermos a relacionarmo-nos melhor com o Stress e com a Ansiedade. Nesse sentido, o tema do Mindfulness é cada vez mais pertinente e o objetivo deste artigo é o de despertar a sua curiosidade para o mesmo. A origem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Perante as constantes mudanças que ocorrem, quer na vida profissional, quer na vida pessoal, torna-se urgente aprendermos a relacionarmo-nos melhor com o Stress e com a Ansiedade. Nesse sentido, o tema do Mindfulness é cada vez mais pertinente e o objetivo deste artigo é o de despertar a sua curiosidade para o mesmo.</strong></p>
<p>A origem do <strong>Mindfulness</strong> remonta à meditação Vipassana, uma prática de meditação milenar do Budismo, no entanto, na década de 70, o Dr. Jon Kabat-Zinn, médico e professor de Medicina na Universidade de Massachussets, ao importar a prática para o mundo ocidental, retira-lhe qualquer conotação religiosa e estimula assim o seu estudo em contexto científico.</p>
<p>Desde então têm sido feitas inúmeras pesquisas científicas sobre os efeitos e benefícios da prática regular de <strong>Mindfulness</strong>, nomeadamente no âmbito do curso criado por Jon Kabat-Zin – o MBSR – Mindfulness Based Stress Reduction.</p>
<p>Segundo Jon Kabat-Zin, <strong>“Mindfulness é o estado de consciência que surge quando prestamos atenção, intencionalmente, no momento </strong><strong>presente e sem julgamento”</strong></p>
<p>Quando prestamos <strong>Atenção Plena</strong> é como se colocássemos um foco de &#8220;luz&#8221; sobre determinado objeto para o observarmos em maior detalhe, seja o corpo e as sensações do mesmo, a respiração, os sons, os pensamentos, as emoções ou qualquer outra coisa que surja no campo da nossa consciência.</p>
<p>Trata-se de escolher <strong>focar</strong>, <strong>notar</strong> e <strong>ser curioso</strong> acerca da nossa experiência, tal como esta se apresenta&#8230; no momento presente&#8230; aqui e agora, sem julgar (ou pelo menos notando essa tendência para julgar, analisar, criticar ou duvidar), lembrando que o exercício é apenas investigar e aceitar a realidade, sem necessariamente procurar mudá-la, melhorá-la ou resolvê-la.</p>
<p>Ter dúvidas e receios sobre o que o futuro nos reserva, em especial nestes tempos de pandemia que estamos a viver, é natural e compreensível, mas a questão é conseguir permanecer ligado ao presente e lembrar que é necessário cultivar a <strong>estabilidade mental</strong>.</p>
<p><strong>“Meditation is not evasion; it is a serene encounter with reality”</strong> Thich Nhat Hanh</p>
<p>Uma das competências mais importantes do futuro (e do presente) é precisamente a <strong>Saúde Mental e a Inteligência Emocional</strong>. Termos mais consciência sobre o nosso funcionamento, permite-nos reagir de forma menos automática aos acontecimentos, e fazermos escolhas mais conscientes e congruentes com os nossos valores e intenções.</p>
<p><strong>Tudo isto pode soar muito simples, mas a realidade é que nem sempre é fácil.</strong></p>
<p>Não é fácil porque grande parte do tempo estamos em <strong>“piloto automático”</strong> e mesmo sem querer, criamos um estado de grande identificação com a nossa mente e com os nossos pensamentos. O desafio é, portanto, conseguir <strong>reconhecer e aceitar</strong> para depois escolher as ações que nos permitam <strong>quebrar este padrão</strong> e conseguir treinar a “equanimidade”.</p>
<p>Com o treino de <strong>Mindfulness</strong>, aprendemos a resgatar o equilíbrio perante as diferentes situações da vida, sem nos identificarmos com elas<br />
ou nos deixarmos dominar por elas. Descobrimos que estamos além das nossas sensações do corpo, emoções ou pensamentos.</p>
<p><strong>Dicas Práticas para lá chegar:</strong></p>
<p>Comece por fazer um <strong>Workshop de Introdução ao Mindfulness</strong> ou um<strong> curso de 8 semanas de MBSR</strong> (Programa de Redução de Stress baseado em Mindfulness), com um orientador certificado, pois é importante para garantir o início de uma prática bem orientada;</p>
<p>Procure momentos no seu dia em que toma a decisão consciente de estar <strong>100% presente</strong>, no aqui e agora;</p>
<p>Pegue numa qualquer atividade rotineira do seu dia-a-dia e preste-lhe a sua <strong>máxima atenção</strong>, tornando-a num fim em si mesma;</p>
<p>Durante os vários momentos do dia, repare na sua <strong>respiração</strong>;</p>
<p>Procure <strong>suspender</strong> (tanto quanto puder) a t<strong>endência para julgar, opinar ou criticar</strong>;</p>
<p>Experimente estes 3 passos:<br />
1. Pergunte-se “<strong>O que é que se passa neste momento dentro de mim</strong>”;<br />
2. Observe a sua<strong> respiração</strong>;<br />
3. Conecte-se com as <strong>sensações do corpo</strong> e por fim “deixe ir”, para depois prosseguir.</p>
<p><strong>Ao observar e deixar fluir, deixe que a o seu coração seja preenchido por um enorme sentimento de gratidão, e saiba que, de uma forma ou </strong><strong>de outra, “Tudo passa!”</strong></p>
<p><strong>Katian Caria<br />
</strong><em>Mindfulness Training, Meditation &amp; Coaching </em><em><br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Conciliar o Teletrabalho com a Família &#8211; Game Changer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 10:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conciliar o Teletrabalho com a Família]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer Edição Especial Teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Remote]]></category>
		<category><![CDATA[remote work]]></category>
		<category><![CDATA[remotework]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho à distância]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho e família]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
		<category><![CDATA[work @ home]]></category>
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					<description><![CDATA[Desafios: O teletrabalho, por si só, já tem os seus desafios e agora que partilhamos o “escritório” com a família, esses desafios podem atingir proporções épicas. Neste contexto, gerir o tempo, manter o equilíbrio e foco, estabelecer prioridades, continuar-mos funcionais e gerirmos as nossas emoções, são alguns dos desafios com os quais nos deparamos. Estes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Desafios:</strong></h4>
<p>O teletrabalho, por si só, já tem os seus desafios e agora que partilhamos o “escritório” com a família, esses desafios podem atingir proporções épicas. Neste contexto, gerir o tempo, manter o equilíbrio e foco, estabelecer prioridades, continuar-mos funcionais e gerirmos as nossas emoções, são alguns dos desafios com os quais nos deparamos. Estes não são tempos de querermos ser os pais perfeitos, ou o colaborador perfeito. É um tempo de <strong>dar o nosso melhor</strong> mas, sobretudo, de <strong>conciliar e manter o nosso equilíbrio</strong>.</p>
<h4><strong>Emoções:</strong></h4>
<p>Os estados emocionais que vivenciamos são diversos e podem ir flutuando ao longo do dia, quer em termos de tipo de emoção, quer em intensidade. Assim, medo, raiva, frustração, esperança, culpa, coragem, angústia, entre outras podem ir e vir como ondas do mar. É normal e saudável que as deixemos fluir naturalmente sem nos deixarmos apegar excessivamente a nenhuma delas. <strong>A nossa respiração é um espelho do nosso estado emocional</strong>. Quando estamos calmos, a respiração é lenta e mais profunda; quando estamos preocupados, por exemplo, a respiração tende a ser curta, mais rápida e superficial. Neste sentido, lanço-lhe o desafio de, algumas vezes durante o dia, procurar identificar o seu estado emocional e a observar a sua respiração. Se puder feche os olhos por um momento e foque-se apenas na sua respiração. Observe a sua inspiração e expiração por cinco minutos que seja e esteja presente e focado.<br />
Observe outros pensamentos que possam surgir e refoque a atenção novamente na sua respiração. É bem possível que esta comece, naturalmente, a ficar mais lenta e profunda.</p>
<p>Numa altura em que tanto se fala em solidariedade, será que tem sido solidário consigo? Até que ponto é que tem sido tolerante e compassivo em relação a si próprio? Desafie-se a questionar-se sobre isso. Ofereça a si mesmo esse presente de aceitar o que sente e de ser tolerante, compassivo e solidário consigo. É um bom caminho para podermos ser também solidários com os outros, com quem nos rodeia e não só.</p>
<h4><strong>Stress:</strong></h4>
<p>O stress está associado a emoções. O que é o stress? É uma resposta fisiológica, emocional, comportamental, cognitiva a algo que percecionamos de alguma forma ameaçador ou que sentimos que perturba o nosso equilíbrio. O stress não é algo que vem do exterior e que possamos afirmar que tenha uma causalidade apenas externa. A explicação sobre o que determina os nossos níveis de<br />
stress, ajuda a clarificar esta ideia.</p>
<p>Afinal o que determina o nosso nível de stress? O que o determina é a perceção, a avaliação cognitiva que fazemos de dois elementos preponderantes: <strong>Exigências da situação e Recursos</strong> que temos para lidar com as mesmas. Imaginem uma balança de dois pratos; num prato, colocamos o quanto uma situação é exigente para nós e, no outro prato da balança, colocamos os Recursos de que dispomos. A relação entre os dois pratos da balança determina o nosso nível de stress, quanto maior o desequilíbrio entre os pratos da balança, maior o stress. Por outro lado, se estes pratos estiverem mais equilibrados, significa que o nível de stress é menor.</p>
<p>Esta conceptualização coloca em nós o poder e responsabilidade de podermos diminuir os nossos níveis de stress. O stress está intimamente relacionado com a nossa perceção de controlo sobre as situações.</p>
<p>Como posso então aumentar a minha perceção de controlo e diminuir os meus níveis de stress? Posso aprender a olhar para a situação e exigência de forma diferente e todos nós já passámos por desafios que encarámos como muito exigentes e passado algum tempo, o mesmo desafio já não se apresenta com o mesmo peso. Aprendemos assim a olhá-lo de outra forma e já percecionamos essa exigência de forma diferente. Outra ferramenta que temos <strong>é aumentar e/ou desbloquear os nossos recursos para lidar com as situações.</strong></p>
<p>E é precisamente com alguns destes recursos que o deixo:</p>
<ul>
<li>Estabelece Rotinas;</li>
<li>Define um espaço físico;</li>
<li>Faz pausas;</li>
<li>Estabelece códigos;</li>
<li>Desliga as notificações;</li>
<li>Pede ajuda;</li>
<li>Partilha responsabilidades;</li>
<li>Alimenta-te de forma saudável;</li>
<li>Dedica tempo de qualidade aos teus filhos;</li>
<li>Promove o exercício físico;</li>
<li>Reserva um tempo para ti;</li>
<li>Planeia;</li>
<li>Estabelece rotinas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_153097" style="width: 160px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-153097" class="wp-image-153097 size-thumbnail" src="https://www.galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2020/08/Carla-Milhano-Formadora-Galileu-150x150.jpg" alt="Carla Milhano Formadora Galileu Galileu" width="150" height="150" title="Conciliar o Teletrabalho com a Família - Game Changer 1 galileu"><p id="caption-attachment-153097" class="wp-caption-text"><strong>Carla Milhano</strong></p></div>
<p><em>Consultora organizacional e Psicóloga Clínica<br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em><strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<ul>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como gerir o tempo em teletrabalho &#8211; Game Changer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 10:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Como gerir o tempo em teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Como gerir o tempo em teletrabalho - Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer Edição Especial Teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[E… quando, de um dia para o outro, fomos obrigados a trabalhar em casa? Como nos organizamos? Que estratégias usamos para gerir o tempo? A maioria das pessoas com que vou falando, identifica um conjunto de situações que as faz desperdiçar tempo e ter dificuldade de completar todas as tarefas a que se proponha. Agrupei [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>E… quando, de um dia para o outro, fomos obrigados a trabalhar em casa? Como nos organizamos? Que estratégias usamos para gerir o tempo?</strong></p>
<p><strong>A maioria das pessoas com que vou falando, identifica um conjunto de situações que as faz desperdiçar tempo e ter dificuldade de completar todas as tarefas a que se proponha.</strong></p>
<p>Agrupei estas situações &#8211; <strong>desperdiçadores de tempo</strong> &#8211; em 2 grupos:</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Externas às Pessoas:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #333333;">Ter que fazer múltiplas tarefas (de trabalho e de casa) ao mesmo tempo;</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Usar múltiplas formas de contacto;</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Estar sujeita a múltiplas distrações e interrupções;</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Ser convocada para um número excessivo de reuniões;</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Internas às Pessoas:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #333333;">Falta de planeamento/rotinas;</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Falta de concentração;</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Falta de disciplina, procrastinar;</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Perceção do tempo desajustada;</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Desorganização ou perfecionismo;</span></li>
</ul>
<p>Será que se revê em vários destes desperdiçadores de tempo? Então, é provável que as estratégias que aqui vamos ver, possam ajudar!</p>
<p>A <strong>primeira estratégia</strong> consiste num trabalhode auto-análise, para identificar que estratégias serão mais adequadas ao seu caso.<br />
Quais são as estratégias que se adaptam a si?</p>
<p><strong>IDENTIFIQUE O SEU ADN TEMPORAL</strong><br />
Como se relaciona com o tempo e como reage ao exterior? Qual o seu ritmo biológico? Ou seja, qual é a sua natureza de relação com o tempo?</p>
<p>Para isso, vamos começar por analisar 2 formas de nos relacionarmos com o tempo  e as estratégias possíveis para as melhorar:</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Perfil 1 &#8211; PLANEADOR:</strong></span></p>
<ol>
<li><span style="color: #333333;">Gosta de planos</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Precisa de concentração</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Decisões pensadas</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Horários precisos</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Prefere reuniões e contactos agendados e planeados</span></li>
</ol>
<p><span style="color: #333333;">Trabalhar com planeadores normalmente é mais <strong>fiável</strong>, mas também mais <strong>rígido</strong>.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Perfil 2 &#8211; ESPONTÂNEO:</strong></span></p>
<ol>
<li><span style="color: #333333;">Gosta de mudanças de planos</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Aprecia interrupções</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Decisões rápidas</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Horários ambíguos</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Prefere reuniões e contactos livres</span></li>
</ol>
<p>Trabalhar com espontâneos é mais <strong>entusiasmant</strong>e, e também mais<strong> inconstante</strong>.</p>
<p>Identifica-se com um destes perfis e precisa de usar as estratégias seguintes? Ou tendo um misto destas características,<br />
será mais adequando adotar estratégias abaixo mencionadas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estratégias de melhorias:</strong></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>PLANEADOR:</strong></span></p>
<ol>
<li><span style="color: #333333;">Ser mais flexível, fazer pausas</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Planear em função das necessidades dos outros</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Reagir positivamente ao imprevisto e ajustar planos</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Dar atenção aos outros</span></li>
</ol>
<p><span style="color: #333333;"><strong>ESPONTÂNEO:</strong></span></p>
<ol>
<li><span style="color: #333333;">Planear, definir objetivos, criar rotinas</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Respeitar os planos dos outros</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Promover ciclos de trabalhos mais longos, com menos interrupções</span></li>
<li><span style="color: #333333;">Sempre que possível, marcar antecipadamente os contactos e reuniões</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Continuado a fazer esta auto-análise do <strong>ADN Temporal</strong>, consegue identificar o seu <strong>Ritmo Biológico</strong>? O seu <strong>Ciclo de Energia Natural</strong>?</p>
<p>Na verdade, a maioria de nós não tem um desempenho linear ao longo do período em que estamos acordados, pois a nossa energia oscila por fases de melhor e pior rendimento, de acordo com o relógio biológico de cada um:</p>
<ul>
<li>Os <strong>Matutinos</strong> têm maior rendimento no período da manhã e acordam cedo e bem-dispostos.</li>
<li>Os <strong>Vespertinos</strong> preferem acordar e deitar tarde etêm maior rendimento pela tarde ou noite.</li>
</ul>
<p>A Estratégia mais eficaz é usar o nosso ciclo em benefício próprio, ajustando e planeando as tarefas em função das<br />
horas de maior e menor concentração.</p>
<p>As tarefas mais <strong>simples</strong> e <strong>reativas</strong>, deverão ser feitas nas horas de menor energia, por exemplo após o almoço.<br />
Enquanto as tarefas mais <strong>complexas</strong> e <strong>exigentes</strong>, terão maior rendimento se as fizermos nas horas de maior energia: para os matutinos, será logo de manhã; e para os vespertinos, ao final do dia!</p>
<p>Mas, nem todos estamos nos extremos, há aqueles que conseguem adaptar o seu rendimento às exigências do quotidiano e podem variar de uma predisposição a vespertinos ou a matutinos conforme as necessidades.<strong> São os Indiferentes!</strong><br />
Para esses, com mais flexibilidade, poderá ser mais fácil planear de acordo com a estratégia seguinte.</p>
<p>Não há estratégia que funcione se não nos prepararmos. Assim, a segunda estratégia passa pelo planeamento. Usar o Método <strong>AEROC</strong> com 5 Etapas para planear o nosso dia ou semana, deverá ser uma estratégia a utilizar, principalmente para os espontâneos:</p>
<ul>
<li><strong>A</strong>notar: as tarefas a realizar no próprio dia (ou no seguinte) | na semana – <strong>TO DO LIST</strong>;</li>
<li><strong>E</strong>stimar: a duração de cada<strong> atividade</strong> |estabelecer<strong> limites</strong> | definir <strong>prazos</strong>;</li>
<li><strong>R</strong>eservar: o tempo tendo em conta <strong>imprevistos</strong> e <strong>pausas</strong>;</li>
<li><strong>O</strong>rganizar e <strong>O</strong>rdenar: tarefas por blocos – <strong>agregar</strong> tarefas curtas segundo <strong>prioridades</strong> (Diferenciar Importante e Urgente), Ritmo Biológico e <strong>agendar</strong>;</li>
<li><strong>C</strong>ontrolar: <strong>e analisar</strong> todas as tarefas que porventura não tenham sido concluídas e <strong>reagendá-las</strong>;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Planeando e analisando o que fizemos, podemos identificar os nossos erros, corrigi-los e escolher qual a <strong>metodologia que melhor se adapta para operacionalizar o que planeamos</strong>. As sugestões de operacionalização que vemos em seguida, <strong>a terceira estratégia</strong>, são práticas simples, mas que operacionalizadas, nos podem facilitar a gestão de tempo quando estamos em casa e temos que coordenar o trabalho com vida familiar minuto a minuto:</p>
<ul>
<li><strong>Partilhar o Planeamento </strong>com quem vive e trabalha e coordená- lo com o planeamento dos outros, minimiza as interrupções. Se souberem quando está ocupado, irão contactá-lo quando está mais disponível.</li>
<li><strong>Crie Rotinas para si e com a Família: </strong>As horas de acordar, as pausas, refeições e tarefas domésticas podem passar a ser uma rotina de família, intercaladas com exercício físico e conversas partilhadas com amigos.</li>
<li><strong>Crie Rotinas com a Equipa </strong>e agende a frequência de comunicação e sincronização das reuniões online, dos telefonemas ou dos follow ups com emails.</li>
<li><strong>Organize um espaço de Trabalho </strong>com boa rede e com tudo o que necessita de forma a não ter que fazer interrupções para procurar o que não está disponível.</li>
<li><strong>Controle as distrações:</strong> Desligue ou silencie as notificações e alertas das múltiplas aplicações telefone e computador e não ligue a televisão. Nos períodos de trabalho, não entre nas redes sociais e controle as pausas (que muitas vezes se prolongam sem consciência do tempo a passar).</li>
<li><strong>Controle o tempo das conversas </strong>com auto-controlo, questionando-se se a conversa está a prejudicar a sua gestão de tempo e com respeito pelos outros, refletindo se não está a perturbar a gestão de tempo dos outros.</li>
<li><strong>Controle a procrastinação (A arte de adiar) </strong>começando por admitir que a procrastinação é falta de disciplina. Se dividir o trabalho em etapas mais pequenas, colocar para si próprio um prazo antes do deadline e começar a primeira tarefa que lhe custa AGORA, poderá no final do dia, oferecer a si próprio uma recompensa!</li>
</ul>
<p>Gerir o tempo é gerir a energia, a dedicação e o esforço que colocamos em cada uma das horas do dia. Se esta afirmação é verdade quando temos que gerir os nossos dias de trabalho na empresa, é ainda mais verdadeira, quando trabalhamos em casa, coordenando a atenção com a família e os trabalhos domésticos.</p>
<p>Uma boa dose de planeamento e uma dose ainda maior de flexibilidade para gerir o imprevisto, será a receita para criarmos novos hábitos e melhor gerir o nosso tempo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_152987" style="width: 160px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-152987" class="wp-image-152987 size-thumbnail" src="https://www.galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2020/08/Susana-Cabral-150x150.jpg" alt="Susana Cabral Galileu" width="150" height="150" title="Como gerir o tempo em teletrabalho - Game Changer 2 galileu" srcset="https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2020/08/Susana-Cabral-150x150.jpg 150w, https://galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2020/08/Susana-Cabral.jpg 200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p id="caption-attachment-152987" class="wp-caption-text"><strong>Susana Cabral</strong></p></div>
<p><em>Consultora/ Formadora<br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em></p>
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<ul>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JT5V6nv2RGE&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener">Como gerir o tempo em teletrabalho?</a></li>
</ul>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Manter a proximidade das relações profissionais em formato remoto &#8211; Game Changer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer Edição Especial Teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Manter a proximidade das relações profissionais em formato remoto]]></category>
		<category><![CDATA[Manter a proximidade das relações profissionais em formato remoto - Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
		<category><![CDATA[work @ home]]></category>
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					<description><![CDATA[Várias semanas de trabalho remoto e é incrível a quantidade de pessoas que respondem que estão a trabalhar mais! Já em 2016, um estudo feito pela Universidade Europeia Portugal, indicou que: 65% das respostas referem que trabalhar em casa contribui para um maior isolamento pessoal. O ponto fundamental é que não estivemos em trabalho remoto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Várias semanas de trabalho remoto e é incrível a quantidade de pessoas que respondem que estão a trabalhar mais!</strong></p>
<p>Já em 2016, um estudo feito pela Universidade Europeia Portugal, indicou que:</p>
<p><strong>65% das respostas referem que trabalhar em casa contribui para um maior isolamento pessoal.</strong></p>
<p>O ponto fundamental é que não estivemos em trabalho remoto, mas sim em quarentena!</p>
<p>No meio desta revolução, rapidamente se percebeu que devido ao trabalho remoto forçado, <strong>existia a necessidade de manter o contacto entre todos.</strong></p>
<p>Dando largas à imaginação, eis que apareceram cafés, almoços, bebidas ao fim do dia, jogos, enfim toda uma panóplia de situações on-line, tantas quanto a capacidade imaginativa.</p>
<p>E há que louvar todas essas iniciativas!!!</p>
<p>A provar esse facto, vem de uma forma perfeitamente previsível o top 3 das respostas à pergunta “de que sente/ sentiu mais falta?”:</p>
<p>1- Colegas<br />
2- Pessoas<br />
3- Socializar</p>
<p>Por isso ficou claro que essas iniciativas deverão ser mantidas dado que precisamos do contacto social. <strong>O ser humano é um animal social!!!</strong></p>
<p>No entanto, quando se perguntou “como se sente profissionalmente?” cerca de <strong>20%</strong> das pessoas considerou-se “de rastos”, enquanto metade delas referiu que dever-se-ia encontrar um meio termo para um novo normal.</p>
<p>A fundamentar para esta resposta, eis que somos surpreendidos por todo um conjunto de situações imprevistas como problemas de rede/internet, gestão das crianças com a telescola simultaneamente com reuniões profissionais, equipamentos aquém dos mínimos necessários, entre tanto outros problemas.</p>
<p>É nesse momento que somos confrontados com algo mais do que os já descritos imprevistos, e percebemos a existência de outras necessidades bem reais, em tempos de confinamento.</p>
<p>Ninguém esqueceu quais eram as funções e os objetivos, como realizar as suas tarefas e de manter a sua performance. As pessoas sabiam e sabem perfeitamente o que fazer. O que não sabiam era como lidar com uma quarentena forçada.</p>
<p>Por isso, 55% dos inquiridos sobre “o que é essencial para manter a proximidade em trabalho remoto?” responderam:</p>
<ul>
<li>Entreajuda</li>
<li>Companheirismo</li>
<li>Flexibilidade</li>
</ul>
<p><strong>Para mantermos a proximidade em trabalho remoto, temos de colaborar e essa colaboração passa por perceber as necessidades de todos.</strong></p>
<p>E se juntarmos a estes números, que 12% referiu que precisava de “carinho” e que 11% afirmou que gostava que tivessem percebido quais as suas verdadeiras necessidades, rapidamente apuramos que 78% das pessoas precisou/precisava/precisa de <strong>COLABORAÇÃO!</strong></p>
<p>Esta é a palavra chave para os tempos que correm e para um futuro próximo, com a previsibilidade de novos surtos e respetivas consequências.</p>
<p>Por isso, a palavra que mais salta à pergunta ”que conselho dará num posterior confinamento?” a mesma seja <strong>HUMILDADE!</strong></p>
<p>E sabem qual a 2ª mais votada? <strong>SINCERIDADE!</strong></p>
<p><strong>Humildade</strong> para perguntar se alguém precisa de ajuda, mas também a <strong>humildade</strong> de pedir ajuda. Acima de tudo, sinceridade sobre o que precisa!</p>
<p><strong>Vivemos um tempo em que a interdependência social é essencial e onde nunca fez tanto sentido a colaboração de uma forma altruísta e solidária!</strong></p>
<p><strong>Luís Cordeiro<br />
</strong><em>Corporate Coach/ Human Skills Trainer &amp; Speaker<br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho<br />
</em></p>
<p>Como forma de complemento ao artigo pode aceder a este <strong>webcast do ciclo Work @ Home</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/o-trabalho-colaborativo-ajustado-a-uma-realidade-digital-e-de-afastamento-social/">O trabalho colaborativo ajustado a uma realidade digital e de afastamento social</a></li>
</ul>
<p>Pode ainda descarregar<a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=12PpNHLwQNDpx-ZTAmxzqT-489_liEvNx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>aqui a</strong> <strong>edição especial completa da Game Changer </strong></a>e aceder a este e a outros artigos</p>
<p><a href="https://www.galileu.pt/gamechanger/"><b>Conheça aqui todas as edições da GAME CHANGER</b></a> e preencha o formulário, indicando a sua morada completa, caso pretenda receber gratuitamente as próximas edições da revista em formato impresso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ferramentas de Coaching: Gerir equipas à distância &#8211; Game Changer</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/ferramentas-de-coaching-gerir-equipas-a-distancia-game-changer/</link>
					<comments>https://galileu.pt/blog/ferramentas-de-coaching-gerir-equipas-a-distancia-game-changer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 10:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de Coaching: Gerir equipas à distância - Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer Edição Especial Teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Gerir equipas à distância]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[trabalho à distância hoje, por imposição de uma pandemia mundial, é a solução para se manter a actividade económica. Perante este contexto, totalmente atípico, é essencial que as empresas se reinventem e consigam ter uma rápida capacidade de resposta, todos os gestores têm que ter consciência que a mudança não pode ser evitada. Liderar em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>trabalho à distância hoje, por imposição de uma pandemia mundial, é a solução para se manter a actividade económica. Perante este contexto, totalmente atípico, é <strong>essencial que as empresas se reinventem e consigam ter uma rápida capacidade de resposta</strong>, todos os gestores têm que ter consciência que a mudança não pode ser evitada. Liderar em tempos de pandemia, requer <strong>adaptabilidade e agilidade</strong>.</p>
<p>O trabalho à distância acarreta grandes desafios, não apenas às empresas, como também aos profissionais responsáveis pela gestão das equipas e projetos. Liderar torna-se uma tarefa ainda mais complexa, a falta de presença física e interação face to face, pode causar algumas dificuldades numa gestão de equipas, e para quem nunca viveu esta realidade, a adaptação não é fácil quando se tem de gerir a comunicação com todos os elementos da equipa, colaboradores em casa a aprenderem a conciliar a vida familiar com trabalho, no mesmo espaço, adoção de novas competências, à velocidade da luz, transformação profunda de processos e rotinas, enormes mudanças a acontecer em tempo recorde.</p>
<p>Neste contexto, <strong>é necessário ter uma liderança determinada e esclarecida</strong> para que não se corram riscos, no cumprimento das tarefas e prazos por parte das equipas à distância. O líder, mesmo à distância, tem que ser capaz de motivar, esclarecer, ajudar e fazer com que o trabalho evolua, sendo necessário que a equipa se autonomize na realização das suas tarefas.</p>
<p>A utilização das ferramentas de coaching, neste contexto de liderança à distância, são grandes aliadas, permitindo trabalhar questões como autoconhecimento, metas, prazos, permitindo a tomada de consciência dos colaboradores do seu verdadeiro potencial e promover o ambiente adequado para suscitar ou fortalecer a motivação da equipa.</p>
<p>Estes líderes fazem perguntas poderosas, praticam uma boa escuta ativa, acreditam numa cultura de feedback, capitalizam a singularidade e os pontos fortes de cada um dos membros da equipa, de modo a garantir que eles tenham sucesso no desempenho do seu trabalho num contexto completamente diferente.</p>
<p>Quando o líder utiliza competências de coaching, cria condições para o desenvolvimento contínuo dos seus colaboradores através de:</p>
<ul>
<li><strong>Tomada de consciência do desempenho;</strong></li>
<li><strong>Espaço para reflexão sobre a situação presente e exploração do estado desejado;</strong></li>
<li><strong>Apoio na criação de planos de ação;</strong></li>
<li><strong>Acompanhamento da sua realização.</strong></li>
</ul>
<p>Estes pontos vão ajudar a estabelecer ou reforçar comportamentos e valores que apoiem organizações e comunidades<br />
ao longo da crise que está a decorrer. Além disso, estes são passos para ajudar líderes para próximos desafios, adotando um novo mindset.</p>
<p>O Coronavírus está a impor-nos novos paradigmas de gestão de equipas, sendo um grande desafio para os líderes. Não se sabe até quando essas consequências durarão, esta incerteza é mais uma razão para adotar as medidas propostas neste artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_152799" style="width: 160px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-152799" class="wp-image-152799 size-thumbnail" src="https://www.galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2020/07/Ana-Paula-Oliveira-Formadora-Galileu-150x150.jpg" alt="Ana Paula Oliveira Formadora Galileu" width="150" height="150" title="Ferramentas de Coaching: Gerir equipas à distância - Game Changer 3 galileu"><p id="caption-attachment-152799" class="wp-caption-text"><strong>Ana Paula Oliveira</strong></p></div>
<p><em>International Consultant/ Coach &amp; Trainer<br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em></p>
<p>Pode ainda descarregar<a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=12PpNHLwQNDpx-ZTAmxzqT-489_liEvNx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>aqui a</strong> <strong>edição especial completa da Game Changer </strong></a>e aceder a este e a outros artigos</p>
<p><a href="https://www.galileu.pt/gamechanger/"><b>Conheça aqui todas as edições da GAME CHANGER</b></a> e preencha o formulário, indicando os seus dados, caso pretenda receber gratuitamente as próximas edições da revista em formato impresso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=h7-X865JPiQ&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também o webcast que realizamos sobre esta temática &gt;&gt;</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Não posso, hoje tenho de aprender mais uma ferramenta digital! &#8211; Game Changer</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/nao-posso-hoje-tenho-de-aprender-mais-uma-ferramenta-digital-game-changer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 13:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação à distância]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer Edição Especial Teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Não posso hoje tenho de aprender mais uma ferramenta digital!]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[work @ home]]></category>
		<category><![CDATA[WORK @ HOME - Webcasts GALILEU]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabíamos todos que existiam, que estavam ali à mão de semear. Se fosse muito necessário, mas mesmo muito, recorreríamos a elas. Em última instância apenas, que nada substitui o contacto humano, dizíamos. No entanto, em apenas 15 dias, bombardeados com notícias sobre o avanço galopante de um vírus que começou na China e cedo se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabíamos todos que existiam, que estavam ali à mão de semear. Se fosse muito necessário, mas mesmo muito, recorreríamos a elas. Em última instância apenas, que nada substitui o contacto humano, dizíamos.</p>
<p>No entanto, em apenas 15 dias, bombardeados com notícias sobre o avanço galopante de um vírus que começou na China e cedo se propagou para o resto do mundo, colocámos trancas à porta e enfiámo-nos dentro de casa.</p>
<p>Surgia agora um novo desafio: e o trabalho. Como continuamos a ser eficientes, produtivos, reunindo equipa e clientes? A resposta saiu pronta e sem sobressalto: por videoconferência, através de canais digitais que permitam a comunicação à distância.</p>
<p>As ferramentas estavam lá, apenas não as usávamos com regularidade. A transição foi, portanto, pacífica: ligámos o portátil, <em>tablet</em> ou o telemóvel, instalámos uma aplicação para trabalhar com as equipas, e&#8230; ali estávamos novamente todos juntos em pequenos quadrados no ecrã.</p>
<p>Porém, a não regularidade destes processos foi um dos principais entraves para o bom uso destas ferramentas digitais. De repente, sem darmos conta, tínhamos agendadas num só dia três, quatro, até cinco reuniões por videoconferência.</p>
<p><em>&#8211; &#8220;Então, não vens jantar?&#8221;<br />
</em>&#8211; <em>&#8220;Não posso, vou ter mais uma call.&#8221;</em></p>
<p>Não estávamos preparados. Verdade, mais do que natural. E as dificuldades surgiram umas em cima de outras, ora pela confusão do quarto ou da sala, ou porque os filhos não param de correr pela casa, ou até quando a mãe decide irromper pelo escritório para oferecer chá e bolachas.</p>
<p>Mas há mais:</p>
<p><strong>A falta de qualidade do canal escolhido, a mistura entre conversas profissionais e informais, o pouco conhecimento do software usado, e a menor capacidade de concentração neste registo virtual, são alguns dos erros cometidos quando a comunicação virtual se torna assídua e essencial.</strong></p>
<p>Existe porém, muito mais a dizer sobre este tema, e disso mesmo darão conta se clicarem no link disponível no final deste artigo: terão, para consulta, um webcast de 60 minutos onde encontrarão alguns segredos para que a comunicação à distância seja o mais eficaz possível.</p>
<p><strong>A verdade, é que se aplicarmos técnicas simples, que por vezes nem nos ocorrem, os problemas resolvem-se</strong>, faz-se luz, o difícil apresenta-se como simples, e o mais importante acontece: Sinto-me conectado ao outro, sinto-me próximo do outro, e finalmente sinto-me a comunicar sem ruído e de forma eficaz. E é assim que a tecnologia aproxima, une, e nos ajuda. Cabe-nos a nós fazer a nossa parte para manter esta proximidade comunicacional.</p>
<p>Junte-se à GALILEU e venha descobrir mais sobre como nos podemos conectar para comunicar de forma eficaz à distância!</p>
<p>A todos, desejo-vos as boas vindas ao mundo virtual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_152802" style="width: 160px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-152802" class="wp-image-152802 size-thumbnail" src="https://www.galileu.pt/activeapp/wp-content/uploads/2020/07/Gisela-Ribeiro-Formadora-Galileu-150x150.jpg" alt="Gisela Ribeiro Formadora Galileu" width="150" height="150" title="Não posso, hoje tenho de aprender mais uma ferramenta digital! - Game Changer 4 galileu"><p id="caption-attachment-152802" class="wp-caption-text"><strong>Gisela Ribeiro</strong></p></div>
<p><em>Gestora de comunicação/ Formadora</em></p>
<p><em><br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho<br />
</em></p>
<p>Como forma de complemento ao artigo pode aceder a este <strong>webcast do ciclo Work @ Home</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/vamos-nos-conectar-para-comunicar-eficazmente-a-distancia/">Vamos nos conectar para comunicar eficazmente à distância</a></li>
</ul>
<p>Pode ainda descarregar<a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=12PpNHLwQNDpx-ZTAmxzqT-489_liEvNx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>aqui a</strong> <strong>edição especial completa da Game Changer </strong></a>e aceder a este e a outros artigos</p>
<p><a href="https://www.galileu.pt/gamechanger/"><b>Conheça aqui todas as edições da GAME CHANGER</b></a> e preencha o formulário, indicando os seus dados, caso pretenda receber gratuitamente as próximas edições da revista.</p>
<p>&nbsp;</p>
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