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	<title>Tiago Santos &#8211; GALILEU</title>
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		<title>A PNL ao serviço da Gestão Emocional &#8211; Game Changer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 13:59:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A PNL ao serviço da Gestão Emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os nossos cinco sentidos captam o mundo exterior e dão-nos uma sensação de estarmos mais virados para o mundo exterior do que para o interior e de facto é-nos mais fácil comentar/opinar/julgar as ações do outro do que as nossas próprias. Por isso, a PNL descreve a interação fundamental entre mente (neuro) e linguagem (linguística) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os nossos cinco sentidos captam o mundo exterior e dão-nos uma sensação de estarmos mais virados para o mundo exterior do que para o interior e de facto é-nos mais fácil comentar/opinar/julgar as ações do outro do que as nossas próprias. Por isso, a PNL descreve a interação fundamental entre mente (neuro) e linguagem (linguística) e como essa dinâmica afeta o nosso corpo, o nosso comportamento e as nossas emoções (programação).</p>
<p>Nas palavras de Richard Bandler, um dos pioneiros da PNL, <strong>“a Programação Neurolinguística é um processo educacional sobre como usar melhor o nosso cérebro.”</strong></p>
<p>No que respeita às emoções, diz António Damásio, <strong>“não somos máquinas de pensar. Somos máquinas de sentir, que pensam.”</strong> Por isso, as emoções determinam as decisões que tomamos na nossa vida, funcionando como um radar pessoal.</p>
<p>Paul Ekman juntou a esta discussão um importante tópico: o facto de as emoções não precisarem de espectadores. Assim, podemos reagir<br />
emocionalmente a músicas, paisagens, trovões, etc. Na sua investigação, com uma tribo na Nova Guiné completamente isolada, provou que existem <strong>sete emoções universais</strong>, independentemente da cultura:<strong> alegria, tristeza, medo, surpresa, aversão, raiva e desprezo</strong> (adicionada posteriormente).</p>
<p>Se a forma como expressamos as nossas emoções é universal, a forma pela qual captamos, armazenamos e codificamos a informação externa varia de pessoa para pessoa. A PNL refere que existem <strong>quatro sistemas de representação: visual, auditivo, cinestésico e auditivo digital</strong>. Cada um deles tem as suas próprias caraterísticas e conseguiríamos distingui-las se estivéssemos num estádio de futebol, existisse um golo e tivéssemos de verbalizar como foi esse golo para nós. O golo era o mesmo, a forma como percepcionamos e codificamos essa informação é que seria diferente.</p>
<p>Por isso, muitas vezes, quando transmitimos uma informação, utilizamos o nosso sistema de representação preferencial e o nosso interlocutor tem outro e isso faz com que a informação seja transmitida e captada de forma distinta.</p>
<h5><strong>Este é um dos principais pressupostos da PNL: “o mapa não é território”, ou seja, a realidade não existe, pois cada um tem a sua própria visão da realidade.</strong></h5>
<p>Ter consciência destas diferenças fará com que tenhamos maior atenção à forma como comunicamos, aumentando a tolerância com o outro, contribuindo naturalmente para uma melhor gestão das emoções.</p>
<p>Se a forma como captamos a informação nos distingue, a forma como a filtramos torna-nos únicos. Um dos filtros mais relevantes que utilizamos, e com enorme peso na nossa gestão emocional, é o das crenças. Todos temos crenças limitadoras e crenças potenciadoras e estas formam-se a partir das nossas experiências directas e indirectas ou pela modelagem da experiência dos outros (traços culturais<br />
e educacionais).</p>
<p>Já imaginaram qual será a performance de um atleta que entra na final de uma competição europeia com uma das seguintes crenças?: “normalmente não lido bem com a pressão dos grandes momentos”; “quando vamos a penáltis nunca ganhamos”; ou “a maldição de Béla Guttmann parece mesmo real”.</p>
<blockquote><p>Como refere Timothy Gallwey, (fundador das bases do coaching desportivo) no seu livro “O Jogo Interior no Ténis”,<strong> “o jogo interno ocorre dentro da mente do jogador e é jogado contra obstáculos como o medo, a insegurança, lapsos de concentração e que limitam conceitos </strong><strong>ou suposições. O jogo interno é jogado para superar os obstáculos auto impostos, que impedem uma pessoa ou equipa de aceder ao seu potencial.”</strong></p></blockquote>
<p>Por outro lado, as crenças potenciadoras, podem catapultar a performance de um atleta. O que vos parece se na mesma final, um jogador entra em campo acreditando nas seguintes afirmações?: “nasci para estes momentos de pressão”; “o passado é diferente do futuro e a história é apenas isso mesmo”; ou “vou fazer o melhor jogo da época”.</p>
<p>O mais importante das crenças é que as vamos mudando ao longo do tempo, o que nos confere um enorme poder de decisão. O que foca, aumenta. Se acreditarmos em coisas diferentes, podemos estabelecer objetivos diferentes, o que nos levará a agir de forma diferente, e a ter resultados diferentes. Como dizia recentemente Paulo Pereira, selecionador nacional de andebol, “para atingir objetivos ambiciosos as metas têm de ser “quase” impossíveis. Qual o limite? O limite somos nós próprios”.</p>
<p>Tal como as emoções influenciam a nossa fisiologia, o contrário também é verdade e aprofundar esta conexão pode tornar-se numa ferramenta muito eficaz na nossa gestão emocional. A primeira sugestão que pode ser feita é de contrariarem fisicamente quando estão em estados deprimidos. Se imaginarem a vossa postura corporal nesse estado, ela será com os ombros curvados para baixo, olhar no mesmo sentido e suspiros profundos. Nesses  momentos, <strong>manter um estado ereto, olhar para cima, respirar profundamente e sorrir ajudará a mudar o seu estado emocional.</strong></p>
<p>Imaginemos o cenário ao intervalo de um qualquer jogo desportivo, em que o resultado não está favorável. Ao invés de estar sentado a escutar as palavras do treinador cabisbaixo, o atleta poderá estar de pé, a sorrir (não é o mesmo que rir), com olhar de lince para a frente e antes de entrar novamente em campo, realizar inspirações e expirações profundas (técnica de Kapalabhati de Yoga, p.ex). Isso influenciará a mudança do estado emocional. Quando jogava voleibol de alta competição, nem sempre a adrenalina estava ao máximo nos dias de jogo e no lugar de realizar o mesmo de sempre no aquecimento, começava por utilizar uma técnica conhecida por “V alto” – esticar os braços acima da cabeça durante 2 minutos e com olhar para cima. Isso ajudava a mudar o meu estado emocional. Hoje utilizo a mesma técnica antes de apresentações em público.</p>
<p>Para além disso, outra ferramenta poderosa para apoiar na gestão emocional é a das<strong> âncoras</strong>. A ancoragem é um processo a partir do qual <strong>a mente associa um determinado estímulo a um desempenho ou reação</strong>. Facilmente conseguimos observar algumas âncoras no mundo do desporto. Cristiano Ronaldo dá sempre o mesmo número de passos, coloca as pernas da mesma forma e faz uma respiração profunda antes da marcação de um livre direto, Rafael Nadal antes de servir toca em várias partes da cara, Michael Phelps ouve sempre hip-hop antes de entrar na piscina, e muitos jogadores entram sempre com o pé direito em campo.</p>
<h5><strong>Também no nosso dia a dia, podemos tomar consciência das âncoras que geram em nós emoções positivas, e ativá-las nos momentos em que precisamos.</strong></h5>
<p>Colocar aquela música que nos faz saltar do sofá para cantar e dançar, vestir a roupa que poderíamos usar para sair com os amigos, colocar maquilhagem, fazer a barba, ou ver as fotos daquela viagem de sonho que fizemos e fecharmos os olhos para nos imaginar lá novamente, são algumas das âncoras que podemos ativar.</p>
<p>Tudo o que verificamos anteriormente não significa que iremos mudar sempre e de forma instantânea o nosso estado emocional. O que proponho é que mobilizem mais vezes o vosso sistema consciente para influenciar o vosso inconsciente. Como referiu Daniel Kahneman no livro “Pensar, Depressa e Devagar”, “o nosso sistema consciente é quem pensamos que somos. Este articula juízos e faz escolhas mas, muitas vezes, adota ou racionaliza ideias e sensações que foram geradas pelo sistema inconsciente”.</p>
<p><strong>Tal como os atletas, nós próprios enfrentamos dois jogos em simultâneo: o que se passa em campo (realidade) e o que vai na nossa mente.</strong></p>
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<p><em>Performance Consultant</em><em><br />
Artigo retirado da Edição Especial da Game Changer &#8211; Teletrabalho</em><strong><br />
</strong></p>
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<p>Como forma de complemento ao artigo pode aceder a estes <strong>webcasts do ciclo Work @ Home</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/a-pnl-ao-servico-da-gestao-emocional/">A PNL ao serviço da Gestão Emocional</a></li>
<li><a href="https://www.galileu.pt/blog/como-dinamizar-apresentacoes-impactantes-a-distancia/">Como dinamizar apresentações impactantes à distância</a></li>
</ul>
<p>Pode ainda descarregar<a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=12PpNHLwQNDpx-ZTAmxzqT-489_liEvNx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>aqui a</strong> <strong>edição especial completa da Game Changer </strong></a>e aceder a este e a outros artigos</p>
<p><a href="https://www.galileu.pt/gamechanger/"><b>Conheça aqui todas as edições da GAME CHANGER</b></a> e preencha o formulário, indicando a sua morada completa, caso pretenda receber gratuitamente as próximas edições da revista em formato impresso.</p>
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		<title>Um futuro já ao virar da esquina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2017 11:50:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se hoje lhe dissessem que daqui a 10 anos estará a esbarrar-se contra estas 10 tendências, capazes de provocar mudanças profundas e estruturais em diversas indústrias e organizações, iria torcer o nariz e achar algo improvável ou ficaria com a pulga atrás da orelha e até poria a hipótese de se tornarem uma realidade? Antes de dar o seu veredito, coloquemos os últimos 10 anos em retrospetiva.</p>
<p>Há 10 anos atrás, começávamos a folhear o livro das caras, vulgo Facebook, e ainda não conhecíamos conceitos como Twitter, Tumblr e as nossas fotografias ainda não passavam pelos filtros do Instagram. A Google acabava de adotar o recém-nascido Youtube, juntando-se à pequena, e ainda pouco conhecida, start up Android. Víamos chegar os revolucionários sobrinhos do tio Apple: o iPod, o iPad e o iPhone. Apenas conhecíamos o termo Drone associado às armas militares e o clima de guerra entre taxistas e motoristas da Uber ainda não existia, a qual conta já com oito anos. Estes, e muitos outros, foram conceitos que obrigaram, e continuam a forçar, as organizações a redefinir os seus planos para se poderem adaptar e manter o seu crescimento no mercado atual. As próximas tendências estarão, assim, ao virar da esquina… ou de um largo quarteirão?</p>
<p>&#8230;</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/58087119/game-changer-3/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/15" target="_blank" rel="noopener">Edição #03 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>Contribuições de:</p>
<p><strong>CARLA ROCHA, Diretora Geral CARLA ROCHA, Comunicação</strong><br />
<strong> JORGE OLIVEIRA, Founder e Business Designer ACTIVE MEDIA</strong><br />
<strong>LUÍS MAGRO, Diretor de Marketing ACTIVOBANK </strong><br />
<strong>TIAGO GOMES SANTOS, Regional Sales Manager GRUPO PORTO EDITORA</strong></p>
<p>por<strong> INÊS VACAS </strong><br />
<strong>Marketer GALILEU</strong></p>
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