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	<title>transformação &#8211; GALILEU</title>
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		<title>Resistência à Tecnologia ou abrir portas à Inovação? &#8211; Game Changer 22</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 09:15:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos dias de hoje, gerir uma organização vai muito além de manter o foco nos objetivos e metas tradicionais. Um dos maiores desafios que enfrentamos é lidar com a constante evolução tecnológica. No entanto, o verdadeiro obstáculo não reside apenas na implementação de novas tecnologias, mas sim na resistência que surge dentro das equipas quando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>Nos dias de hoje, gerir uma organização vai muito além de manter o foco nos objetivos e metas tradicionais. Um dos maiores desafios que enfrentamos é lidar com a constante evolução tecnológica. No entanto, o verdadeiro obstáculo não reside apenas na implementação de novas tecnologias, mas sim na resistência que surge dentro das equipas quando se fala em inovação. Este fenómeno é particularmente visível em processos de transformação digital, onde a adoção de novas ferramentas e metodologias pode provocar receios e incertezas, tanto ao nível técnico como humano.</h6>
<p>É natural que as pessoas temam o desconhecido. O receio de perder relevância, de não acompanhar as mudanças ou, até, de ver as suas funções automatizadas é legítimo. No entanto, como gestores, é nossa responsabilidade ajudar a ultrapassar essas barreiras, transformando o medo em oportunidade. Aqui, a <strong>liderança tem um papel fundamental na construção de uma cultura organizacional que incentive a experimentação e promova a confiança nas mudanças que a tecnologia traz</strong>.</p>
<p>Nos últimos anos, um dos maiores impulsionadores desta transformação tem sido a emergência da Inteligência Artificial Generativa (GenIA). Esta tecnologia inovadora tem o potencial de acelerar a evolução organizacional de forma significativa. Ao permitir a automação de tarefas complexas e repetitivas, a GenIA liberta as equipas para se concentrarem em atividades estratégicas e de maior valor.</p>
<p>Além disso, traz uma nova capacidade de análise e criação de soluções inovadoras, abrindo possibilidades que antes estavam fora do alcance das empresas. A rapidez com que conseguimos gerar insights e melhorar processos com o auxílio da GenIA pode transformar radicalmente a forma como as organizações operam.</p>
<p>No entanto, esta transição não é isenta de desafios. Um dos maiores obstáculos é, sem dúvida, a gestão eficaz das equipas de informática e o alinhamento destas com as restantes áreas da organização. As equipas de tecnologia, frequentemente responsáveis pela implementação da infraestrutura digital, enfrentam o desafio de integrar novas ferramentas sem causar interrupções significativas nas operações diárias. Ao mesmo tempo, a pressão para garantir a segurança de dados, a continuidade do negócio e a adaptação a novas tecnologias cria um ambiente exigente e, muitas vezes, de grande stress.</p>
<p>A par destes desafios técnicos, está a gestão de pessoas. <strong>Numa transformação digital, não é apenas o software que precisa de ser atualizado, mas também as mentalidades e competências das equipas.</strong> Muitas vezes, surgem resistências internas que podem bloquear ou atrasar a adoção de novas tecnologias. Estas resistências podem estar enraizadas em medos profundos de desvalorização profissional ou até mesmo na ideia de que a inovação pode eliminar postos de trabalho. Enquanto líderes, é essencial reconhecer estas preocupações e responder-lhes de forma empática.</p>
<p>A resposta está na capacitação contínua. <strong>Formar as equipas de informática e todas as áreas da organização</strong> para que vejam a tecnologia como uma aliada, e não como uma ameaça, é fundamental. Oferecer formação técnica e de soft skills é um dos pilares para o sucesso da transformação digital. Por outro lado, é crucial promover um ambiente onde o erro seja visto como uma parte natural do processo de crescimento. Não há transformação sem aprendizagem, e isso implica testar novas abordagens e, por vezes, falhar. A cultura organizacional precisa de refletir esta abertura para a inovação, <strong>incentivando a experimentação e a criatividade em todos os níveis da empresa.</strong></p>
<p>Outra questão essencial é a formação contínua dos líderes e gestores, que muitas vezes se encontram na linha da frente da transformação digital. É aqui que entra o papel de instituições especializadas, como o <a href="https://execed.iscte-iul.pt/" target="_blank" rel="noopener">ISCTE Executive Education</a>, que oferece formação executiva focada nos desafios emergentes da transformação digital, incluindo temas como a GenIA. A formação executiva permite que os líderes se mantenham atualizados, adquirindo as ferramentas necessárias para liderar com confiança em tempos de mudança rápida.</p>
<p><strong>A formação contínua é vital para que os gestores compreendam não só as tecnologias envolvidas, mas também como podem alinhar as suas equipas e motivá-las a abraçar o processo de transformação.</strong></p>
<p>Durante este processo, a comunicação entre a equipa de informática e as restantes áreas da organização torna-se um desafio essencial. Muitas vezes, as equipas técnicas falam numa linguagem que não é compreendida por outros departamentos, criando uma barreira ao progresso. <strong>A capacidade de “traduzir” o impacto da tecnologia em resultados concretos para o negócio é uma competência crítica que deve ser desenvolvida</strong>. Por isso, é importante criar espaços de diálogo e colaboração entre os departamentos de TI, de gestão e de operações, promovendo uma visão integrada de como a tecnologia pode beneficiar toda a organização.</p>
<p>No entanto, as transformações digitais não acontecem de um dia para o outro. <strong>É um processo contínuo que exige paciência, dedicação e uma forte liderança</strong>. Como gestores, devemos estar prontos para guiar as nossas equipas através das mudanças, enfrentando resistências e promovendo uma mentalidade de inovação. Abrir portas à tecnologia, como a GenIA, não significa apenas adotar novas ferramentas, mas sim <strong>fomentar um ambiente onde todos sintam que fazem parte deste futuro digital.</strong></p>
<p>Em última análise, o sucesso da transformação digital depende da nossa capacidade de gerir tanto a tecnologia quanto as pessoas. Investir em formação, tanto a nível técnico como de liderança, é fundamental para garantir que as equipas estão preparadas para o futuro. Resistir à mudança pode ser o caminho mais fácil a curto prazo, mas, no longo prazo, abrir portas à inovação é o único caminho para manter a competitividade e relevância no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Paulo Rodrigues Ferreira<br />
</strong><em>IT Manager, <a href="https://www.iscte-iul.pt/" target="_blank" rel="noopener">ISCTE Executive Education</a></em></p>
<a class="btn  btn-inline" href="https://galileu.pt/game-changer22/" target="__blank"><strong>Descarrega aqui a 22ª Edição da Revista Game Changer</strong></a>
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		<title>Como adaptar as organizações à disrupção digital?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 11:22:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Transformar a minha empresa será uma tarefa impossível? Se eu mandasse no hospital seria muito diferente: uma entrada própria para grávidas (não são doentes), uma cama maior, uma cozinha para a família usar, sem restrições de entradas, flores, música ambiente e atendimento personalizado e agradável. Na Câmara Municipal da minha cidade, se eu mandasse, obrigava [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Transformar a minha empresa será uma tarefa impossível?</p>
<p>Se eu mandasse no hospital seria muito diferente: uma entrada própria para grávidas (não são doentes), uma cama maior, uma cozinha para a família usar, sem restrições de entradas, flores, música ambiente e atendimento personalizado e agradável.</p>
<p>Na Câmara Municipal da minha cidade, se eu mandasse, obrigava os serviços a falar uns com os outros para resolver os problemas dos cidadãos. Porque é que pedir uma licença é uma competência própria em que tenho de andar de secção em secção à procura de um papel que só fica completo após uma sucessão de carimbos (obras, saneamento, trânsito, ruído)?</p>
<p>Não seria mais simples a própria câmara assumir-se como dona do problema, fazendo o seguimento pelos serviços competentes, conhecedores da legislação aplicável, e resolvendo o problema?</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/10" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por <strong>JOÃO PEDRO FERNANDES,</strong><br />
<strong>Consultor do Ministério da Defesa Nacional para a área da Saúde</strong><br />
<strong>&amp;</strong><br />
<strong>HUGO LOURENÇO </strong><br />
<strong>Chairman do Scrumday Portugal, Senior Advisor na IDC Portugal e consultor da Ranger4 e AGLX</strong></p>
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		<title>O design thinking e a revolução digital</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/o-design-thinking-e-a-revolucao-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 11:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Almeida]]></category>
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					<description><![CDATA[O Design Thinking, enquanto abordagem centrada no ser-humano, tem vindo a ser usado por muitas empresas com um mindset de inovação. O Design Thinking reconhece que qualquer organização que queira fazer uma inovação disruptiva tem de usar a empatia para compreender as preocupações, motivações e expectativas do cliente/utilizador. O Design Thinking é um processo estruturado e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Design Thinking, enquanto abordagem centrada no ser-humano, tem vindo a ser usado por muitas empresas com um <em>mindset</em> de inovação.</p>
<p>O Design Thinking reconhece que qualquer organização que queira fazer uma inovação disruptiva tem de usar a empatia para compreender as preocupações, motivações e expectativas do cliente/utilizador. O Design Thinking é um processo estruturado e criativo de geração de ideias, é colaborativo e interdisciplinar porque envolve pessoas de diferentes áreas e com diferentes formas de olhar para o problema.</p>
<p>É um processo iterativo que estimula o pensamento divergente, fomenta uma passagem rápida das ideias “fortes” a teste em diferentes fases do processo (não esperando que o processo esteja concluído), procura ouvir o feedback dos clientes/utilizadores, introduzir as melhorias sugeridas, abandonar ideias que não fazem sentido e partir para novas ideias, gerando maior inovação para as organizações.</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/15" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por <strong>CARMEN ALMEIDA</strong><br />
<strong>HR &amp; Training Consultant Trainer, Problem Solver Facilitator, Design Thinking Facilitator</strong></p>
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		<title>Transformação digital potenciando a produtividade</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/transformacao-digital-potenciando-a-produtividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 11:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[DAVID DA SILVA ROSA]]></category>
		<category><![CDATA[disrupção]]></category>
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		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Rumos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por parte dos utilizadores, a Transformação Digital é um conceito geralmente caracterizado por tornar a vida das pessoas mais fácil. Tarefas que antigamente eram de difícil e demorada conceção são agora algo straightforward. Há dez ou quinze anos atrás, comprar um livro significava visitar uma ou diversas lojas num retail outlet, cozinhar um determinado bolo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por parte dos utilizadores, a Transformação Digital é um conceito geralmente caracterizado por tornar a vida das pessoas mais fácil. Tarefas que antigamente eram de difícil e demorada conceção são agora algo <em>straightforward</em>.</p>
<p>Há dez ou quinze anos atrás, comprar um livro significava visitar uma ou diversas lojas num <em>retail outlet</em>, cozinhar um determinado bolo ou uma refeição distinta significava folhear receitas de uma pilha enorme de revistas e preparar um relatório ou apresentação empresarial ou de negócios significava utilizar aplicações não integradas, de diversos fornecedores.</p>
<p>Atualmente, todos os ávidos leitores possuem, por exemplo, a Amazon, aspirantes a Chefs podem consultar o YouTube na categoria <em>how-to videos</em> e as empresas de TI possuem, por exemplo, a Microsoft e a sua família de soluções firmemente integradas.</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/22" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por <strong>DAVID DA SILVA ROSA<br />
Manager </strong><strong>Enterprise Productivity &amp; Collaboration<br />
GRUPO RUMOS</strong></p>
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		<title>A definição de distância mudou. Para mais perto</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/a-definicao-de-distancia-mudou-para-mais-perto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 11:06:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[AFFINITY]]></category>
		<category><![CDATA[CARLOS PAIS CORREIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Conceitos como capacidade de operação em tempo real, virtualização, descentralização, orientação a serviços (Internet of Services), modularidade e customização estão também presentes na organização da vida pessoal e profissional. A digitalização proporciona uma maior igualdade entre populações de grandes cidades e populações do interior do país: o local físico de trabalho é cada vez menos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conceitos como capacidade de operação em tempo real, virtualização, descentralização, orientação a serviços (<em>Internet of Services</em>), modularidade e customização estão também presentes na organização da vida pessoal e profissional.</p>
<p>A digitalização proporciona uma maior igualdade entre populações de grandes cidades e populações do interior do país: o local físico de trabalho é cada vez menos relevante e vai-se criando uma melhor distribuição demográfica nacional.</p>
<p>Outra consequência positiva é a criação de mais e melhores oportunidades para os profissionais do sector de ITC. A informação flui rápida e eficientemente.</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/27" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por<strong> CARLOS PAIS CORREIA</strong><br />
<strong>Partner &amp; CEO, AFFINITY</strong></p>
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		<title>Plataformas de mobilidade urbana: mais produtividade para as empresas</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/plataformas-de-mobilidade-urbana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Há duas décadas, com o advento das telecomunicações móveis, as empresas e os seus colaboradores experimentavam uma nova era de mobilidade, transformando o posto de trabalho num lugar dinâmico e permitindo aumentar de forma significativa a produtividade. Em paralelo a este fenómeno, as empresas viram necessidade de encontrar uma forma de gerir plafonds de utilização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas décadas, com o advento das telecomunicações móveis, as empresas e os seus colaboradores experimentavam uma nova era de mobilidade, transformando o posto de trabalho num lugar dinâmico e permitindo aumentar de forma significativa a produtividade.</p>
<p>Em paralelo a este fenómeno, as empresas viram necessidade de encontrar uma forma de gerir <em>plafonds</em> de utilização empresarial, ao que as operadoras responderam com pacotes cada vez mais inteligentes e fáceis de gerir, permitindo que uma ferramenta de trabalho se tornasse, em simultâneo, num <em>fringe benefit</em>. Hoje, os desafios da mobilidade são ligeiramente diferentes. O smartphone e o PC portátil, o tablet ou um tudo-em-um permitem, praticamente, virtualizar o posto de trabalho e o poder das telecomunicações e do <em>wifi</em> quase de acesso universal, mantêm-nos em contacto permanente com o mundo.</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/12" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por <strong>NUNO SANTOS</strong><br />
<strong>General Manager, CABIFY PORTUGAL</strong></p>
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		<title>[Glossary] Sorria, está a ser digitalmente transformado!</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/glossary-sorria-esta-a-ser-digitalmente-transformado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 10:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos numa era em que a tecnologia permite às empresas aumentar significativamente a sua performance e o seu alcance por meio da reestruturação dos seus processos e a absorção de uma cultura digital. Esta tecnologia está a proporcionar um engagement exponencial entre a empresa e o seu cliente em todos os pontos de contacto no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa era em que a tecnologia permite às empresas aumentar significativamente a sua performance e o seu alcance por meio da reestruturação dos seus processos e a absorção de uma cultura digital. Esta tecnologia está a proporcionar um <em>engagement</em> exponencial entre a empresa e o seu cliente em todos os pontos de contacto no ciclo de vida da sua experiência.</p>
<p>Com a transformação digital, ganhámos também uma panóplia de novos termos e significados. Quando palavras como <em>media snacking</em>, <em>uberização</em> ou ATAWAD se intrometem nas nossas leituras e conversas, muitas vezes esboçamos o nosso melhor sorriso e acenamos em concordância, mas a verdade é que nos sentimos emaranhados em dúvidas sobre o real significado daquela palavra em que acabámos de tropeçar.</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/18" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por <b>INÊS VACAS<br />
Marketer, GALILEU</b></p>
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		<title>1,2,3 Já passou!</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/123-ja-passou/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 10:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos numa era a que chamo dos 3 segundos. Pensem na forma como navegamos na internet ou na nossa página do Facebook. Qualquer conteúdo ou vídeo que demore mais de 3 segundos a carregar ou a reproduzir, nós passamos à frente, pois perdemos o interesse. O feedback não é instantâneo, por isso, mudamos o nosso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa era a que chamo dos 3 segundos. Pensem na forma como navegamos na internet ou na nossa página do Facebook. Qualquer conteúdo ou vídeo que demore mais de 3 segundos a carregar ou a reproduzir, nós passamos à frente, pois perdemos o interesse.</p>
<p>O feedback não é instantâneo, por isso, mudamos o nosso foco. Esta é a geração do momento, estas são as pessoas que fazem as organizações funcionar. A transformação digital é real, assim como as pessoas que trabalham nas organizações são reais.</p>
<p>Pessoas, não recursos, humanas e únicas, não robots e com respostas programadas, por isso mesmo, pessoas que cometem erros, que acertam, que choram e ficam sem energia, que têm ataques de riso e energia sem limites.</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/28" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por <strong>PEDRO TEIXEIRA</strong><br />
<strong>People Engineer, LEMON WORKS</strong></p>
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		<title>Os efeitos das tecnologias digitais nos modelos de negócios tradicionais</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/os-efeitos-das-tecnologias-digitais-nos-modelos-de-negocios-tradicionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 10:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[disrupção]]></category>
		<category><![CDATA[disrupção digital]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel Lencastre]]></category>
		<category><![CDATA[sixt]]></category>
		<category><![CDATA[transformação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira consciencialização é a de que os que não se adaptam, correm o risco de ficar para trás. Há ainda quem julgue que há áreas em que a transformação digital não terá grande impacto, nomeadamente em áreas relacionadas com prestação de serviços. Mas tomemos como exemplo o mundo da medicina. Uma área que tradicionalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira consciencialização é a de que os que não se adaptam, correm o risco de ficar para trás. Há ainda quem julgue que há áreas em que a transformação digital não terá grande impacto, nomeadamente em áreas relacionadas com prestação de serviços.</p>
<p>Mas tomemos como exemplo o mundo da medicina. Uma área que tradicionalmente valoriza o diagnóstico feito por um médico, está a ser alvo de programas e aplicações que, mediante a inserção de determinados critérios, define diagnósticos muito fiáveis, pois armazenam informação em maior quantidade e com maior precisão do que o cérebro de um médico consegue armazenar.</p>
<p>O passo seguinte é questionarmo-nos como nos podemos preparar para esta mudança?</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/25" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por <strong>ISABEL LENCASTRE,</strong><br />
<strong>Customer Service Manager, SIXT</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A mudança digital na criatividade. O caso da Flúor Studio</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/a-mudanca-digital-na-criatividade-o-caso-da-fluor-studio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 10:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[CARLOS REI]]></category>
		<category><![CDATA[CRISTINA OLIVEIRA]]></category>
		<category><![CDATA[disrupção]]></category>
		<category><![CDATA[disrupção digital]]></category>
		<category><![CDATA[Game Changer]]></category>
		<category><![CDATA[transformação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Como organização, a evolução do digital permitiu processos de trabalho mais focados na criatividade alocando recursos financeiros que anteriormente seriam gastos nos meios analógicos, em tempo de trabalho para que a equipa realmente pense e concretize as melhores soluções de comunicação para as marcas ou empresas. Para nós, o importante neste processo está na ideia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como organização, a evolução do digital permitiu processos de trabalho mais focados na criatividade alocando recursos financeiros que anteriormente seriam gastos nos meios analógicos, em tempo de trabalho para que a equipa realmente pense e concretize as melhores soluções de comunicação para as marcas ou empresas.</p>
<p>Para nós, o importante neste processo está na ideia e na estratégia de comunicação uma vez que esta é essencial para adicionar valor à marca. Encaramos os suportes digitais como um meio para atingir um fim e um objetivo que começou a ser traçado com uma boa ideia. Antevendo a presença do digital no futuro da nossa empresa e dos nossos serviços, este será sempre uma ferramenta que nos permite racionalizar tempo e custos de maneira a concentrar e alocar mais espaço e tempo para o nosso valor criativo.</p>
<p>…</p>
<p><em>Pode consultar o artigo completo na <a href="https://www.yumpu.com/pt/document/view/59431987/game-changer-5/share/x/0/y/0/w/491/h/640/page/6" target="_blank" rel="noopener">Edição #05 da Revista Game Changer</a></em></p>
<p>por <strong>CRISTINA OLIVEIRA,<br />
</strong><strong>Diretora de Serviço a Clientes, Managing Partner<br />
</strong><strong>&amp;<br />
</strong><strong>CARLOS REI,<br />
</strong><strong>Diretor Criativo, Managing Partner<br />
</strong><strong>FLÚOR STUDIO</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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