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	<title>Reskilling &#8211; GALILEU</title>
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		<title>Barómetro RH GALILEU 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:29:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Barómetro RH GALILEU já se encontra disponível, nesta 2ª edição, oferece uma visão atual e aprofundada sobre o estado dos Recursos Humanos em Portugal. O acesso ao estudo é feito mediante o preenchimento de um formulário simples, permitindo aos profissionais da área explorar dados relevantes, tendências emergentes e insights estratégicos fundamentais para a tomada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://galileu.pt/barometroRH/"><strong>Barómetro RH GALILEU</strong> </a>já se encontra disponível, nesta 2ª edição, oferece uma visão atual e aprofundada sobre o estado dos Recursos Humanos em Portugal. O acesso ao estudo é feito mediante o<a href="https://forms.microsoft.com/e/f1K7jKiMAP" target="_blank" rel="noopener"> preenchimento de um formulário simples,</a> permitindo aos profissionais da área explorar dados relevantes, tendências emergentes e <em>insights</em> estratégicos fundamentais para a tomada de decisão</p>
<p>Perante um contexto marcado pela transformação digital, pela crescente escassez de talento e pela evolução das expetativas dos colaboradores, este estudo surge como uma ferramenta essencial para compreender como as organizações estão a adaptar-se a um cenário cada vez mais exigente e competitivo.</p>
<h6>Um retrato atual das prioridades de RH</h6>
<p class="isSelectedEnd">Com base na perspetiva de profissionais e líderes de Recursos Humanos, o <strong>Barómetro RH GALILEU</strong> analisa temas críticos como:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Investimento em formação e desenvolvimento de competências</li>
<li>Prioridades estratégicas dos departamentos de RH</li>
<li>Estratégias de recrutamento e gestão de talento</li>
<li>Modelos e formatos de aprendizagem (presencial, síncrono, on-the-job, entre outros)</li>
<li>Práticas de upskilling e reskilling</li>
</ul>
<p>Este conjunto de dados permite às organizações não só perceberem onde estão, mas também identificarem caminhos possíveis para evoluir e alinhar as suas práticas com as exigências do mercado.</p>
<h6>Principais Conclusões</h6>
<p>Alguns dados que se destacam nesta edição:</p>
<ul>
<li>Em 2026 o investimento em formação mantém-se robusto;</li>
<li>Nas soluções de formação, os formatos mais “adequados” às organizações são os que encurtam a distância entre aprender e aplicar;</li>
<li>O investimento em formação é consistente com uma agenda de operacionalização e de entrega de valor;</li>
<li>Mais de metade dos inquiridos antecipam o reforço das equipas nas suas organizações, que deverá ser feito em grande parte pelo recrutamento externo;</li>
<li>A formação e desenvolvimento de competências surge como o grande foco dos RH para este ano;</li>
<li>Os profissionais de RH sentem a gestão de pessoas mais alinhada com os objetivos estratégicos da organização;</li>
<li>A IA é encarada pelos RH como uma forma de otimizar e automatizar processos, libertando tempo para tarefas mais relevantes.</li>
</ul>
<h6>Um contributo para o futuro dos RH em Portugal</h6>
<p class="isSelectedEnd">O Barómetro RH tem o objetivo de se afirmar como um instrumento de referência para todos os profissionais que procuram compreender e antecipar a evolução da gestão de pessoas em Portugal.</p>
<p>A participação no estudo mantém-se anónima, garantindo total confidencialidade, e continua a ser um elemento-chave para a construção de conhecimento coletivo sobre o setor.</p>
<p>Uma oportunidade para aceder a informação estratégica, suportar decisões e preparar a sua organização para os desafios do futuro dos Recursos Humanos.</p>
<a class="btn  btn-inline" href="https://forms.microsoft.com/e/f1K7jKiMAP" target="__blank" rel="noopener"> Aceder - Barómetro RH GALILEU</a>
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		<title>Porque é que a formação contínua nas TI é a chave para vencer na era da IA &#8211; Game Changer 23</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 08:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Num sector onde a única constante é a mudança, a formação contínua nas Tecnologias de Informação (TI) deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma condição de sobrevivência. O impacto da automação e da inteligência artificial (IA) está a redesenhar o mercado de trabalho a um ritmo nunca antes visto. Neste contexto, importa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Num sector onde a única constante é a mudança, a formação contínua nas Tecnologias de Informação (TI) deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma condição de sobrevivência. O impacto da automação e da inteligência artificial (IA) está a redesenhar o mercado de trabalho a um ritmo nunca antes visto. Neste contexto, importa refletir: estaremos nós – profissionais, empresas e sociedade – preparados para acompanhar esta evolução? </strong></p>
<p><strong>A resposta reside em cinco ideias-chave.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>1 &#8211; O conhecimento técnico tem prazo de validade</h6>
<p>O universo técnológico avança a uma velocidade vertiginosa. Conceitos que hoje estão na linha da frente, tais como IA generativa, cloud híbrida, cibersegurança baseada em Zero Trust ou DevOps, rapidamente se tornam a norma. O problema? O conhecimento aprendido há apenas três anos pode já estar ultrapassado.</p>
<p>Num mundo onde 44% das competências profissionais vão mudar até 2028 (World Economic Forum), <strong>a formação contínua é a única forma de evitar a obsolescência profissional</strong>. Esta é uma mudança cultural, que pessoas e organizações precisam de realizar, sob pena de ficarmos de alguma forma “obsoletos” e de as organizações perderem a sua competitividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>2- A IA e a automação não eliminam empregos, mas transformam-nos</h6>
<p>Há quem tema que a IA venha substituir humanos, mas os dados mostram outra realidade: a IA irá eliminar tarefas, não pessoas, e criar novas funções para quem estiver preparado. A requalificação é urgente: segundo o LinkedIn, 82% dos líderes consideram que os seus <strong>colaboradores precisarão de novas competências em IA nos próximos dois anos.</strong></p>
<p>Neste cenário, a formação contínua não deve ser apenas um investimento individual, mas sim uma estratégia nacional que envolva empresas, Estado e instituições de formação, para garantir a empregabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>3- As empresas que investem em formação são as que mais crescem</h6>
<p>No mundo empresarial, a agilidade vale ouro, e nada torna uma equipa mais ágil do que ter colaboradores que aprendem continuamente. Empresas que incentivam a aprendizagem contínua, conseguem adaptar-se mais rapidamente, inovar com mais segurança e reter talento qualificado.</p>
<p>Dados da IDC indicam que até 2026, 65% das empresas vão exigir que os profissionais de TI tenham certificações atualizadas em áreas como cloud e IA. <strong>A formação já não é um extra: é um requisito e uma necessidade de negócio.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>4- A requalificação é a resposta à escassez de talento em TI</h6>
<p>Em Portugal, continuam a faltar profissionais qualificados em áreas como cibersegurança, análise de dados ou engenharia de sistemas cloud. A formação contínua não responde apenas às necessidades de quem já está no sector, é também uma porta de entrada para novos perfis.</p>
<p>Para muitos, mudar de carreira é um passo difícil, mas quando há programas bem estruturados, com orientação prática e ligação ao mercado, <strong>a reconversão profissional pode ser rápida, eficaz e gratificante.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>5- Formar é também valorizar pessoal e profissionalmente</h6>
<p>Por fim, há um fator que muitas vezes é ignorado: a formação contínua não serve apenas para garantir um salário ou uma promoção. Serve para <strong>alimentar a curiosidade, aumentar a confiança e manter viva a motivação</strong>. Numa altura em que o burnout e a desmotivação atingem níveis preocupantes, aprender pode ser o melhor antídoto.</p>
<p>A formação contínua não é apenas uma ferramenta de adaptação. É, acima de tudo, uma forma de crescimento, tanto técnico, profissional e humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Num mercado tecnológico cada vez mais exigente, <strong>quem pára de aprender, arrisca-se a ficar para trás</strong>. A boa notícia? Nunca foi tão fácil, tão acessível e tão relevante investir em conhecimento. Cabe-nos a nós, enquanto profissionais e enquanto organizações, escolher querer evoluir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jorge Lopes,<br />
</strong><i>Diretor, <a href="https://rumos.pt/" target="_blank" rel="noopener">Rumos Formação</a></i></p>
<a class="btn  btn-inline" href="https://indd.adobe.com/view/7ce362d2-edd4-4d79-8953-3228dce06412" target="__blank" rel="noopener"><strong>Descarrega aqui a 23ª Edição da Revista Game Changer</strong></a>
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		<title>Trabalho para um futuro com sentido &#8211; Game Changer 23</title>
		<link>https://galileu.pt/blog/trabalho-para-um-futuro-com-sentido-game-changer-23/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 08:30:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quase metade da força de trabalho atual se recorda do som de um fax ou de um telefone fixo daqueles antigos, ouvido no edifício inteiro – equivalendo isso a um eco da modernidade nos escritórios. Hoje, bastam segundos para gravar e partilhar um vídeo numa qualquer rede social, podendo chegar a milhares de pessoas, apenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase metade da força de trabalho atual se recorda do som de um fax ou de um telefone fixo daqueles antigos, ouvido no edifício inteiro – equivalendo isso a um eco da modernidade nos escritórios. Hoje, bastam segundos para gravar e partilhar um vídeo numa qualquer rede social, podendo chegar a milhares de pessoas, apenas com um click. Este salto tecnológico, económico e da vida em geral, não é apenas uma curiosidade que atravessa gerações – é o espelho de uma mudança estrutural e cultural profunda: <strong>mudou o tempo, mudaram os meios, mudou o mindset, as expectativas e as necessidades. E o trabalho não ficou imune – não continuou igual e muito mais rapidamente mudará no futuro.</strong></p>
<p>Vivemos uma era em que as perguntas são tão, ou mais, importantes que as respostas, até porque muitas delas ainda as procuramos. Na realidade, e apesar de o futuro nunca ter sido previsível, continuamos a afirmar que o futuro é uma enorme incógnita e desafio – mas sempre o foi, e precisamos saber acomodar as mudanças que virão – elas virão de certeza, a única questão diferente do passado é que serão mudanças muito rápidas e aceleradas. Perguntamo-nos: <em>O trabalho tem futuro? Ou é o futuro que já não cabe nos modelos de trabalho que conhecemos?</em> <strong>Não estamos perante o fim do trabalho, mas sim diante de um convite para o reinventar, para o (RE)significar como prefiro</strong> (e que é já inadiável).</p>
<p><strong>O trabalho não desaparece, mas vai transformar-se profundamente</strong>, e acredito que em breve saberemos que mudámos de paradigma na forma como o entendemos, vivemos e gerimos. As novas gerações no mercado de trabalho muito têm contribuído para esta mudança, e na realidade os sinais são já muito evidentes. E quem não mudar com a mudança que está a acontecer, talvez apenas projete o seu futuro fora do mundo do trabalho.</p>
<p>O <em>Future of Jobs Report 2023,</em> do World Economic Forum, não deixa margem para dúvidas: não é apenas o que fazemos que muda – é a forma, o lugar, o tempo e o sentido com que o fazemos (mensagem já reforçada nestes dois anos que se seguiram). Esta reinvenção do trabalho exige mais do que novas ferramentas, e exige nova visão (temos andado a chamar-lhe propósito). Há, paralelamente à rápida mudança das profissões no seu conteúdo primordial, uma crescente desmaterialização do trabalho, aumento de recursos como a mecanização, robotização e digitalização e inteligência artificial, o que nos leva a compreender a lógica das “competências dinâmicas”. Cada vez são menos <em>standard</em>, fixas e duradouras e isso exige-nos – a todos, uma atenção séria.</p>
<p>A lista de tecnologias emergentes já não é futurista: drones, pillcams, impressoras 3D, relógios inteligentes, comandos de voz e robôs deixaram de ser ficção científica. Os modelos de trabalho híbrido e as plataformas de colaboração virtual redefiniram os espaços e os ritmos de trabalho. A pergunta certa talvez seja: <em>estamos a acompanhar esta transformação com a profundidade, rapidez e agilidade necessárias?</em></p>
<h6>Reinventar o trabalho é mais do que mudar</h6>
<p>Reinventar o trabalho não é só uma exigência, sendo principalmente, o repensá-lo com intenção e foco. É <strong>ressignificar o trabalho</strong>, não apenas no plano funcional, mas também simbólico. Segundo o WEF, as competências mais valorizadas até 2030 incluirão: pensamento crítico, criatividade, inteligência emocional, literacia digital, liderança e aprendizagem contínua. Mas isto não é uma lista técnica – é um manifesto sobre o que significa ser profissional num mundo em constante mutação e que em breve será significativamente diferente do que hoje é. Este manifesto traduz-se em práticas muito concretas:<em><strong> upskilling e reskilling permanentes</strong></em>, políticas de contratação baseadas em competências e não apenas em certificações, transição estratégica de funções em declínio, reforço da saúde mental, transparência salarial, e sobretudo, <strong>flexibilidade</strong> – não como concessão, não como benefício, mas como estrutura do novo contrato psicológico entre empregador e colaborador.</p>
<h6>Dois grandes eixos de transformação: Sustentabilidade e Gerações</h6>
<p>A reinvenção do trabalho está inevitavelmente ligada à reinvenção do emprego e a todas as transformações que estamos a viver, porque, sobretudo após a pandemia, verificámos uma profunda mudança no mindset. Mas aqui, complexificamos um pouco esta análise, introduzindo dois desafios se impõem de forma transversal e sistémica:</p>
<p><strong>1 &#8211; Sustentabilidade como pacto global:</strong></p>
<p>A Agenda 2030 da ONU, com os seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, é o mapa ético deste tempo de mudança, mas porque a mudança se torna condição de existência. Neste âmbito, os ODS, com as suas 169 medidas e o “Pacto para o Futuro” com 56 medidas que envolvem clima, igualdade de género, cooperação digital e direitos humanos, dão-nos referências. O trabalho digno surge como princípio estruturante – <strong>não basta criar empregos; é necessário que esses empregos respeitem a dignidade humana, a justiça social e a coesão intergeracional</strong>. Mais do que uma tendência corporativa, os <strong>critérios</strong> <strong>ESG (Environmental, Social and Governance)</strong> tornam-se critérios civilizacionais e, felizmente, são cada vez mais seguidos, por cada vez mais empresas, como guias de atuação. Empoderar comunidades locais, garantir equidade salarial, proteger a saúde mental, promover a diversidade – tudo isto deixou de ser “nice to have” e passou a ser imperativo estratégico.</p>
<p><strong>2 &#8211; Integração geracional: o desafio invisível</strong></p>
<p>Talvez o maior dos paradoxos do mundo laboral contemporâneo seja este: nunca tivemos tantas gerações a conviver no mesmo espaço de trabalho, e <strong>nunca tivemos tantos desencontros culturais entre elas</strong>. Desde os “Formers”, que valorizam sacrifício e fidelidade, até à Geração Alpha, nativa digital e intuitivamente conectada, coexistem seis grupos etários com formas profundamente distintas de encarar o tempo, a autoridade, o propósito e a identidade profissional. A gestão eficaz desta diversidade é uma nova competência organizacional e não pode ser deixada à espontaneidade. Mas este puzzle não é fácil de gerir, e a complexidade que está associada, aliada às profundas mudanças a que assistimos, tornam o dia-a-dia cada vez menos previsível e controlável. No entanto, humanizar será palavra de ordem, o que acarreta necessariamente, olhar para a particularidade de cada geração – melhor, de cada pessoa, requerendo uma <strong>cultura ágil, escuta e humanização com tecnologia.</strong></p>
<p>Neste mundo que avança a uma velocidade exponencial, talvez a única constante seja a capacidade de reaprender, e se em coletivo, melhor ainda. E isso exige mais do que processos: <strong>exige atitude</strong>. Uma atitude de abertura, de colaboração, de humildade. Reinventar o trabalho não é tarefa de uma geração, de uma indústria ou de um sector, é um desafio de consciência coletiva.</p>
<p>Como disse Mark Twain, em 1876: “<em>Trabalho é aquilo que tem que fazer e lazer é aquilo que não tem que fazer.</em>” Talvez hoje o desafio seja fazer com que um se aproxime do outro, não por obrigação, mas por sentido. Porque o futuro do trabalho não se escreve com máquinas, escreve-se com humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Isabel Moço,<br />
</strong><i>Coordinator and Teaching Assistant, <a href="https://www.europeia.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade Europeia</a></i></p>
<a class="btn  btn-inline" href="https://indd.adobe.com/view/7ce362d2-edd4-4d79-8953-3228dce06412" target="__blank" rel="noopener"><strong>Descarrega aqui a 23ª Edição da Revista Game Changer</strong></a>
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		<title>Game Changer Edição #23 &#8211; já disponível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 13:10:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já está disponível, em formato digital, a edição nº23 da Revista Game Changer. Nesta edição, dedicada ao tema &#8220;O Futuro do Trabalho&#8220;, analisamos as transformações profundas que estão a moldar a forma como trabalhamos, colaboramos e lideramos nas organizações. Num contexto marcado pela inovação tecnológica, pela evolução das competências e pelas novas expetativas dos profissionais, importa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5><span style="color: #008080;"><strong>Já está disponível, em formato digital, a edição nº23 da Revista Game Changer.</strong></span></h5>
<p>Nesta edição, dedicada ao tema &#8220;<strong>O Futuro do Trabalho</strong>&#8220;, analisamos as transformações profundas que estão a moldar a forma como trabalhamos, colaboramos e lideramos nas organizações. Num contexto marcado pela inovação tecnológica, pela evolução das competências e pelas novas expetativas dos profissionais, importa compreender como as empresas se podem adaptar e preparar para os desafios futuros.</p>
<p>Adicionalmente, a presente edição da Game Changer apresenta o <strong>Barómetro RH</strong>, um estudo exclusivo da GALILEU que procura identificar e analisar as principais tendências na área dos Recursos Humanos e das organizações em Portugal.</p>
<p><strong>Gabriel Augusto</strong> &#8211; Diretor Geral &#8211; <a href="https://flag.pt/" target="_blank" rel="noopener">FLAG</a><br />
<strong>Isabel Moço</strong> &#8211; Coordinator and Teaching Assistant &#8211; <a href="https://www.europeia.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade Europeia</a><br />
<strong>João Miguel Rodrigues</strong> &#8211; Chief People Officer &#8211; <a href="https://www.aubay.pt/" target="_blank" rel="noopener">Aubay</a><br />
<strong>Jorge Lopes</strong> &#8211; Diretor &#8211; <a href="https://rumos.pt/" target="_blank" rel="noopener">Rumos Formação</a><br />
<strong>Luís Antunes</strong> &#8211; People Experience Consultant<br />
<strong>Miguel Alves Agostinho</strong> &#8211; Diretor Executivo &#8211; <a href="https://www.apfm.pt/" target="_blank" rel="noopener">APFM &#8211; Associação Portuguesa de Facility Management</a> | Regional Director &#8211; <a href="https://www.fm-house.com/pt-br/" target="_blank" rel="noopener">FMHOUSE</a><br />
<strong>Patrícia Bispo</strong> &#8211; Head of Learning and Development | Soft Skills &#8211; <a href="https://galileu.pt/">GALILEU</a><br />
<strong>Rui Miranda</strong> &#8211; Founder &amp; CEO &#8211; <a href="https://www.aryahub.io/" target="_blank" rel="noopener">AryaHub</a><br />
<strong>Valter Alcoforado Barreira</strong> &#8211; Especialista em Business Networking e Negociação | Founder, Facilitator &amp; Speaker &#8211; <a href="http://www.knowingcounts.net/" target="_blank" rel="noopener">Knowing Counts</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Editorial</strong></p>
<p><em>Na <strong>23ª edição da Game Changer</strong>, exploramos um tema incontornável e de enorme relevância para organizações e profissionais: <strong>o Futuro do Trabalho</strong>.</em></p>
<p><em>O mundo do trabalho transforma-se de forma acelerada, num contexto marcado pela inovação tecnológica, pela mudança social e pela adaptação contínua. A automatização e a inteligência artificial redefinem tarefas e funções, mas, mais do que nunca, são as competências humanas que representam o verdadeiro diferencial competitivo.</em></p>
<p><em>Diante deste novo paradigma, a capacidade de liderar exige novas abordagens, a aprendizagem contínua torna-se imperativa e os espaços de trabalho evoluem para ambientes mais flexíveis e colaborativos. As organizações enfrentam o desafio de preparar os seus talentos para um cenário em constante mutação, onde a capacidade de aprender, adaptar-se e inovar será tão importante quanto o conhecimento técnico.</em></p>
<p><em>Nesta edição, reunimos <strong>artigos de 9 profissionais</strong> que analisam as tendências emergentes e as competências essenciais para progredir neste contexto.</em></p>
<p><em>Destacamos ainda a análise ao <strong>Barómetro RH</strong>, iniciativa da GALILEU que oferece uma visão atual e fundamentada sobre as principais tendências, prioridades e desafios enfrentados pelos profissionais de Recursos Humanos em Portugal. </em></p>
<p><em>O Futuro do Trabalho envolve um processo dinâmico que exige visão estratégica, resiliência e um foco renovado no fator humano. Convidamos os nossos leitores a refletir, antecipar e liderar esta mudança, contribuindo para organizações mais ágeis, inclusivas e preparadas para os desafios de amanhã.</em></p>
<p><strong>João Diogo</strong><em><br />
Editor</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<a class="btn  btn-inline" href="https://indd.adobe.com/view/7ce362d2-edd4-4d79-8953-3228dce06412" target="__blank" rel="noopener"><strong>Descarrega aqui a 23ª Edição da Revista Game Changer</strong></a>
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		<title>Webcast: Upskilling &#038; Reskilling &#8211; Apostar no Crescimento Interno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 09:52:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[competências]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento Interno]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, são muitas as organizações que, querendo inovar em termos de produtos/serviços, métodos de produção ou estratégias de marketing, se deparam com a dificuldade em atrair colaboradores com as competências adequadas. Uma das soluções para preencher os postos de trabalho necessários à organização, no presente e no futuro próximo, passa pela aposta no desenvolvimento da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, são muitas as organizações que, querendo inovar em termos de produtos/serviços, métodos de produção ou estratégias de marketing, se deparam com a dificuldade em atrair colaboradores com as competências adequadas.</p>
<p>Uma das soluções para preencher os postos de trabalho necessários à organização, no presente e no futuro próximo, passa pela aposta no desenvolvimento da força de trabalho atual. Falamos de <strong><em>Upskilling</em></strong> – aprendizagem de novas competências para a melhoria do desempenho na função atual, e de <strong><em>Reskilling</em></strong> – aprendizagem de novas competências para um trabalho ou função diferente.</p>
<p>Neste webcast foram explorados alguns dos fatores que estão a contribuir para a dificuldade em atrair talento, analisar as diferenças entre <em>Reskilling</em> &amp; <em>Upskilling, </em>e apresentar alguns formatos que potenciam o desenvolvimento de competências adequadas às necessidades do negócio e ao perfil dos colaboradores.</p>
<p><strong>Este Webcast foi realizado no dia 20 de setembro</strong> &#8211; com <a href="https://galileu.pt/formador/carmen-almeida/">Carmen Almeida</a> e <a href="https://galileu.pt/formador/bianca-mendonca/">Bianca Mendonça</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao Webcast disponível abaixo:</strong></p>
<p><iframe title="Webcast: Upskilling &amp; Reskilling – Apostar no Crescimento Interno" src="https://www.youtube.com/embed/5z2dSJnuOcU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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